Samosa (Pastel Indiano)

INGREDIENTES

  • 3/4 xícaras de margarina light derretida (ou margarina normal sem sal)
  • 1 pitada de sal
  • 1 xícara de farinha integral
  • 3 xícaras de farinha de trigo
  • 1 colher de chá de mostarda em grão
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 1 unidade de gengibre ralado
  • 1 colher de chá de açafrão-da-terra (curcuma)
  • 2 colheres de chá de cominho moído
  • 5 unidades de batata cozida cortada em cubos medios
  • coentro picado a gosto
  • sal a gosto

PASSO A PASSO

  1. Misture as farinhas, a margarina e o sal.
  2. Aos poucos adicione cerca de 1/2 xícara de água morna.
  3. . Amasse até obter uma massa homogênea. Reserve.
  4. Prepare o recheio.
  5. Aqueça uma panela, adicione o azeite e coloque a mostarda. Quando começar a pipocar acrescente o gengibre.
  6. Frite rapidamente e adicione o açafrão, o coentro moído e o cominho. Junte a batata e misture. Tampe a panela e cozinhe, em fogo baixo, por 3 minutos.
  7. Tempere com sal e adicione o coentro fresco picado, deixe esfriar.
  8. Sobre uma superfície lisa polvilhada com farinha de trigo, abra a massa em círculos de uns 12 cm de diâmetro.
  9. Corte cada rodela ao meio e com cada pedaço forme um cone. Coloque um pouco de recheio preparado e feche bem.
  10. Para fechar bem os pastéis, umedeça as bordas de massa com água fria.
  11. Deixe sobre um pano umedecido. Asse no forno, até dourar dos dois lados.
  12. Bom Apetite!!!
  13. Porção para 40 unidades.
    Cada pastel com 28g.
    Valor calórico por unidade 51

Tchai (Chá Indiano)

Ingredientes

· Chá preto
· Leite a gosto
· Cardamomo, gengibre, pimenta-do-reino em grão, canela em pau e cravo a gosto
· Açúcar ou adoçante

Modo de preparo

Prepare o chá da maneira que preferir, acrescentando os temperos a gosto. Coe, adicione o leite bem quente, adoce e sirva.

Gravata – como usar?

A gravata deve ser usada com as duas pontas na altura do furo do cinto. Nunca use por dentro da calça ou sobre a barriga.

Prendedores são elegantes, mas use-os no ponto correto – 20 cm acima da ponta da gravata, prendendo-a à camisa.

Gravatas com fantasias ou listras devem ser usadas, preferencialmente, com camisas lisas. Já as lisas podem ser usadas com camisas com qualquer tipo de desenho no tecido.

Quais são as melhores gravatas?

Existem ótimas gravatas de fibras sintéticas, mas as melhores são as de seda, especialmente as italianas. São famosas por sua qualidade as gravatas da região italiana do lago de Cômo, onde ficam os melhores artesãos do mundo nessa especialidade.

Uma gravata de seda jacquard de Cômo é garantida como uma das melhores no mundo.
fonte: sogravatas

Tradução dos nós mais comuns

* Windsor = Nó (de Gravata) Clássico ou de Windsor

* Half-Windsor = Nó (de Gravata) Duplo ou Semi-Clássico ou Meio-Windsor

* Four-in-Hand = Nó (de Gravata) Simples ou Esportivo

* Bowtie = Gravata Borboleta

Dica

Gravatas só devem ser penduradas sem o nó. Para aumentar a vida de suas gravatas guarde-as sempre lisas (sem nó).

Como fazer os nós mais comuns:

Opção 1:

Opção 2:



Com o comércio internacional de vinhos, a grande diversidade de rótulos disponíveis aumentou a necessidade de informações sobre a qualidade de produtos de outros países, fomentando o tráfego de opiniões de degustadores de reputação mundial a respeito dos vinhos degustados.

Atribuem-se notas aos vinhos degustados a partir da avaliação das características organolépticas dos vinhos, geralmente em grupo e às cegas (sem saber que vinhos são) sob os aspectos visual, olfativo e gustativo.

Na seção Degustação de Vinhos você pode saber os passos da degustação em detalhes.

Para atribuir notas aos vinhos degustados, os avaliadores utilizam fichas de degustação detalhadas, onde diversos aspectos dos vinhos são pontuados em separado, tornando a avaliação de qualidade um processo mais técnico e menos subjetivo. Deste modo, as fichas de degustação padronizam os critérios de pontuação

Você pode ver um exemplo de Ficha de Degustação aqui.

Com o avanço do comércio globalizado, a utilização de pontuações de alguns degustadores e publicações notórios mundialmente se tornou prática comum entre os comerciantes e importadores, surgindo assim uma referência de uso mundial presente em todos os catálogos de vinhos do mundo.

Apresentamos aqui uma relação das publicações e personalidades avaliadoras de vinhos mais reputadas no mercado atualmente, com seus critérios e formato de notas para vinhos. As siglas junto aos nomes são as referências a esses avaliadores normalmente encontradas nos catálogos e publicações de vinhos


Decanter

www.decanter.com (DEC)

Revista Inglesa, editada no Reino Unido e nos Estados Unidos
A Decanter atribui de 50 a100 pontos aos vinhos degustados.


Gambero Rosso

www.gamberorosso.it (GR)

Guia de Vinhos da Itália, o mais completo e reputado trabalhos sobre vinhos no mundo. No formato de um pesado livro de capa dura, O Gambero Rosso comenta e pontua a quase totalidade dos vinhos produzidos na Itália, incluindo particularidades de produtores e micro regiões.

O Gambero Rosso atribui de 0 a 3 Bicchieri (taças) aos vinhos degustados, e premia com uma Stella (estrela) os produtores que obtiverem por 10 vezes os tre bicchieri em seus vinhos.


Robert Parker

www.erobertparker.com (RP)

O Advogado Robert M. Parker Jr. abandonou a carreira quando descobriu que possuía duas apuradas capacidades, a de degustar vinhos com incrível discernimento e a de se lembrar de cada um deles no futuro. Provando milhares de vinhos por ano, Parker tornou-se uma referência mundial que balança o mercado cada vez que emite sua opinião.

Robert Parker atribui de 50 a 100 pontos aos vinhos degustados.



Jancis Robinson

www.jancisrobinson.com (JR)

A inglesa Jancis Robinson, – detentora do titulo de Master of Wine – tornou-se uma referencia mundial com seu estilo franco, por vezes irônico, de comentar vinhos e seus produtores. Muito séria e totalmente isenta, Jancis publica reportagens, avaliações e notas sobre vinhos de todo mundo em seu organizado e atraente site, onde os interessados podem pagar uma anuidade para ter acesso ao conteúdo completo de suas avaliações de vinhos.

Jancis Robinson atribui de 0 a 20 pontos aos vinhos avaliados.



João Paulo Martins

(JP)

Pioneiro na avaliação de vinhos em Portugal, João Paulo Martins edita anualmente seu Guia de Vinhos de Portugal. Com um estilo um pouco polêmico e várias vezes contestado pela comunidade portuguesa, João Paulo comenta os vinhos a cada ano com objetividade às vezes mordaz.

João Paulo atribui de 0 a 20 pontos aos vinhos avaliados.



Revue des Vins de France

(RV)

A Revue des Vins atribui notas de 0 a 10 pontos aos vinhos avaliados.



Veronelli

www.veronelli.com (VE)

O Guia Veronelli atribui notas de 0 a 100 pontos aos vinhos avaliados.



Wine Spectator

www.winespectator.com (WS)

Talvez a publicação mais famosa e reputada do mundo, ao lado da Decanter inglesa, a Wine Spectator publica uma revista de circulação mundial e também vende acesso às áreas exclusivas de seu site, onde milhares de fichas de degustação de vinhos estão disponíveis.

Anualmente a WS publica uma relação de vinhos escolhidos, o famoso TOP 100, aguardado pelos enófilos e críticos de todo o mundo. Esse ranking não seleciona os vinhos de melhores notas apenas, mas premia uma conjugação de pontuação + preço + disponibilidade, o que gera premiações (e ausências) surpreendentes.

A Wine Spectator atribui notas de 50 a 100 pontos aos vinhos avaliados.



Wine & Spirits

www.wineandspiritsmagazine.com (W&S)

A Wine and Spirits atribui notas de 50 a 100 pontos aos vinhos avaliados.



Wine Enthusiast

www.wineenthusiast.com (WE)

A Wine Enthusiast atribui notas de 50 a 100 pontos aos vinhos avaliados.

Fonte: Academia do Vinho.

- A -

ABOCADO - (do italiano “abbocato”) – doce

ABERTO – de cor clara

ABRIR – diz-se que o vinho “está abrindo” (ou “abriu”) quando está havendo (ou houve) crescimento de suas características (em especial do aroma), com um certo tempo após a abertura da garrafa

ACERBO - ácido, verde

ACIDEZ – Sensação de frescor agradável, provocada pelos ácidos do vinho (cítrico, tartárico, málico, lático, succínico) e que resulta em salivação

ACIDEZ VOLÁTIL – Acidez desagradável provocada pelos maus ácidos do vinho (acético, propiônico e butírico)

ACÍDULO – com acidez excessiva

ADAMADO – vinho para damas, suave e doce

ADOCICADO - doce e com baixa acidez, desequilibrado

ADSTRIGENTE – com muito tanino, que produz a sensação de aspereza (semelhante à sentida ao comer-se uma banana verde); o mesmo que tânico ou duro

AFINADO – bem envelhecido, maduro,equilibrado

AGULHA – Sensação de picada na língua produzida pelos vinhos espumantes

ALCOÓLICO – com muito álcool, desequilibrado

AMARGO – com amargor, indica defeito

AMÁVEL – suave ou ligeiramente doce

AMBIENTAR – (em francês CHAMBRER) deixar o vinho à temperatura ambiente, do recinto onde é servido

APAGADO – de aroma inexpressivo

AQUOSO – fraco, que teve adição de água

AROMA – odor emanado pelo vinho. O primário é proveniente da uva. O secundário é resultante da vinificação. O terciário origina-se do envelhecimento e é denominado buquê

AROMA DE BOCA – ver retrogosto

ÁSPERO – com excessivas adstringência e acidez (esta um pouco menor)

ASSEMBLAGE – mistura de vinhos diferentes; o mesmo que corte

AUSTERO – adstringente

AVELUDADO – macio, untuoso, viscoso com textura de veludo

AVINAGRADO – com odor e sabor de vinagre, deteriorado, inutilizado para o consumo


- B -

BALANCEADO – que apresenta harmonia entre os aspectos gustativos fundamentais, em especial a acidez, a doçura adstringência e o teor alcoólico o mesmo que o equilibrado e harmônico

BOTRITIZADO - vinho de sobremesa doce licoroso, feito com uvas botritizadas, isto é, contaminadas com o fungo Botrytis
cinerea
. Em poucas regiões do mundo de microclima específico como Sauternes na França, esse fungo, ao invés de
destruir as uvas, perfura-lhes as cascas grãos, provocando a saída de água e concentrando o açúcar. As uvas assim contaminadas ficam com aspecto de uvas passas e/ou apodrecidas, daí o nome podridão nobre (“pourriture noble”,no francês, e noble rot, no inglês)

BOUCHONNÉE (frances – bouchon = rolha) – com odor de rolha (defeito)

BRUT (francês) – utilizado para espumantes muito secos

BUQUÊ – (do francês bouquet) – aroma complexo, também denominado aroma terciário, resultante do envelhecimento.


- C -

CALDO – o vinho já pronto ou o mosto (veja verbete) que será fermentado

CARÁTER – conjunto de qualidades que dão personalidade própria ao vinho permitindo distinguí-lo de outros

CARNOSO – encorpado

CAVA – nome dos espumantes espanhóis

CHAMBRER (francês) – o mesmo que ambientar

CHAPTALIZAÇÃO (do francês, “Chaptalization”) – adição de açúcar durante a fermentação (proibida em alguns países), técnica proposta pelo francês Chaptal.

CHATO – vinho sem acidez ou espumante que perdeu o gás, o mesmo que plano ou plat (francês) ou flat (inglês)

CHEIO – o mesmo que encorpado

CLAIRET (francês) – nome utilizado pelos franceses a vinhos tintos leves, frutados, quase rosés

CLARET (inglês) = CLARETE (francês) – vinho tinto de Bordeaux na França

COMPLEXO – com aromas multiplos, com buquê

CORPO – sensação tátil do vinho à bôca, que lhe dá pêso (sensação de “boca cheia”) e resulta do seu alto teor de extrato sêco

CORTE - mistura de vinhos diferentes. O mesmo que assemblage (francês)

CRU (francês) – termo derivado do verbo “coître” (crescer) de múltiplos significados, dos quais os mais importantes são os que seguem. Na região de Bordeaux, “cru” tem o mesmo significado de “terroir” ou “château”, isto é, uma propriedade específica de um único produtor. Na subregião do Médoc, os melhores vinhos são classificados em cinco níveis de “cru” (Premiers Crus, Deuxièmes Crus, etc.), seguidos dos “Crus Bourgeois”. Nasoutras subregiões bordalesas, como por exemplo, Saint-Emilion, os melhores vinhos classificam-se em “Premiers Grand Crus   Classés” e “Grand Crus Classés”. Na região da Bourgone, “cru” significa o mesmo que “climat”, isto é, uma comuna ou região delimitada com vinhedos de vários produtores que produzem vinhos semelhantes ou “domaine”, uma única propriedade. Os melhores vinhos da Borgonha são designados “grand cru”, seguidos dos “premier cru”.

CURTO – que não deixa sabor persistente na boca; de retrogosto curto


- D -

DECANTER (inglês) – decantador; frasco de vidro usado para decantar vinhos que possuem sedimento formado durante o
envelhecimento. É também usado para arejar (“respirar”) o vinho antes de servi-lo

DELGADO – vinho de pouco corpo

DELICADO – equilibrado e sóbrio

DEMI-SEC (francês) – meio seco, ligeiramente doce

DENSO – viscoso, encorpado

DESARMÔNICO – que possui exacerbação de um dos componentes gustativos, mascarando-os (ex: excessiva acidez, tanicidade exagerada, doçura elevada) ; o mesmo que desequilibrado

DESBALANCEADO – o mesmo que desarmônico ou desequilibrado

DESEQUILIBRADO – O mesmo que desarmônico ou desbalanceado

DURO – o mesmo que adstringente e tânico


- E -

ELEGANTE – o mesmo que delicado

ENCORPADO – que tem muito corpo

ENÓFILO – apreciador e estudioso de vinhos

ENOLOGIA – ciência que estuda o vinho

ENOLÓGICO – relativo à enologia ou ao vinho

ENÓLOGO - indivíduo que tem conhecimentos de enologia; formado em faculdade de enologia

EQUILIBRADO – o mesmo que balanceado

ESCANÇÃO – o responsável pelo serviço de vinhos de um restaurante;o mesmo que sommelier (francês)

ESPESSO – o mesmo que encorpado e cheio

ESPUMANTE – vinho com gás carbônico, efervescente; nos de qualidade o gás é resultante da fermentação


- F -

FARTO – muito doce e com baixa acidez

FECHADO – jovem, recém-engarrafado, ou recém-aberto e que ainda não demonstra toda a sua potencialidade

FIRME – jovem com estilo

FLÁCIDO – sem estrutura, o mesmo que mole

FLAUTA – taça ideal para espumantes

FLORADO – com aroma de flores

FLORAL – o mesmo que florado

FOXADO (do inglês “foxed”) – odor e gosto de pêlo de raposa, típico de uvas americanas, como as da espécie Vitis labrusca

FORTIFICADO – ao qual é adicionado aguardente vínica, como o vinho do Porto, o Madeira, o Jerez, o Marsala, o Banyuls e outros

FRANCO - sem defeitos; também usado para vinho que não deixa retrogosto

FRESCO – vinho que possui frescor, boa acidez

FRESCOR – sensação agradável transmitida geralmente pelos vinhos brancos, jovens ou espumantes, resultante de um ligeiro predominância da acidez, sem perder o equilíbrio

FRISANTE – efervescente, com pouco gás carbônico (menos que espumantes)

FRUTADO – com aroma de frutas


- G -

GENEROSO – forte, com alto teor alcoólico

GORDO – suave e maduro

GRANDE – excelente

GRAPA ou GRASPA – Bebida destilada tipicamente italiana, produzida a partir das cascas e resíduos do mosto de uva.

GROSSEIRO – adstringente, sem elegância

GROSSO – elevada acidez e muito extrato


- H -

HARMÔNICO – o mesmo que balanceado e equilibrado

HERBÁCEO – com aroma de ervas


- I –

INSÍPIDO – sem gosto característico, sem caráter


- J -

JOVEM – vinho geralmente frutado, pouco tânico com acidez agradável e que não se presta ao envelhecimento (Ex: vinhos brancos em geral, espumantes e a maioria dos vinhos brasileiros); pode também significar vinho recém-fabricado,que pode e deve envelhecer


- L –

LEVE – com pouco corpo e pouco álcool,mas equilibrado; o mesmo que ligeiro

LIGEIRO – o mesmo que leve

LÍMPIDO -sem sedimento ou partículas em suspensão transparente

LONGO – de boa persistência (ver verbete)


- M –

MADEIRIZADO – vinho branco oxidado que adquire cor que vai de dourada a castanho, aroma adocicado (cetônico) e gosto amargo

MADURO - no apogeu de sua vida; estado que precede a decadência

MAGRO - aguado, diluído, deficiente em álcool (etanol e glicerol); sem caráter

MOLE – sem acidez, sem caráter

MOSTO – líquido resultante da prensagem das uvas; suco; sumo

MOUSSEUX (francês) – espumante


- N -

NERVOSO - com acidez e adstringência altas, não necessariamente excessivas

NEUTRO - sem caráter marcante

NOVO - do ano em que foi colhido ou com um ano de engarrafamento


- O -

OLEOSO - viscoso

OPACO – turvo; velado; sem limpidez

ORGANOLÉPTICO(A) - sensorial, que sensibiliza os sentidos. As características organolépticas de um vinho são as suas sensações olfatórias, gustativas e táteis, percebidas durante a sua degustação

OXIDADO - que sofreu oxidação; envelhecido além do suportável; decomposto na cor (do dourado ao castanho para os brancos e do tijolo ao marron para os tintos), no aroma (adocicado, cetônico, etc.) e no sabor (desagradável e apagado); para os vinhos brancos tem o mesmo significado que madeirizado


- P -

PASTOSO - o mesmo que encorpado

- borra; depósito; sedimento

PEQUENO - sem carater; secundário, inferior

PERFUME - o mesmo que buquê

PERLAGE - (francês) as bolhas dos espumantes

PERSISTÊNCIA - sensação do gosto deixado pelo vinho na boca (retrogosto) após ser deglutido ou cuspido. Quanto melhor o vinho, maior o tempo de persistência, do retrogosto: 2 a 3 segundos nos curtos, 4 a 6 segundos nos médios e de 6 a 8 nos longos

PESADO - encorpado, mas com pouca acidez; sem fineza

PETILLANT (francês) – efervescente; ligeiramente espumante

PLANO - sem sabor e sem corpo ou sem corpo e sem acidez; também usado como sinônimo de chato


- Q -

QUENTE - Referência à sensação de calor causada pelo teor alcoólico alto de um vinho


- R -

RAÇA - diz-se que um vinho é de raça ou raçudo quando tem alta qualidade

RAPADO - o mesmo que magro

RASCANTE – adstringente; tânico

REDONDO - maduro e equilibrado

RETROGOSTO ou AROMA DE BOCA - sensação gustativo-olfatória final deixada pelo vinho na boca, após ser deglutido ou cuspido. Ela é percebida através da aspiração do ar pela boca, o que provoca a sua passagem pela nasofaringe (comunicação entre a boca e o nariz) e a consequente estimulação dos receptores olfatórios no nariz. Alguns estudiosos preferem utilizam a palavra retrogosto para as sensações desagradáveis percebidas ao final da degustação

ROBUSTO – encorpado, nervoso e, sobretudo, redondo

ROLHA – diz-se que o vinho tem odor e/ou gosto de rolha quando apresenta aroma desagradável passado por rolha contaminada pela Armillaria mella (fungo parasita da casca da árvore com a qual é feita a rolha, o sobreiro)


- S -

SÁPIDO - com acidez moderada ( entre o chato e fresco )

SEDOSO - o mesmo que aveludado

SEIVA – (do francês sève), diz-se que um vinho tem seiva quando é um grande vinho

SUAVE - o mesmo que ligeiro; também significa vinho meio-doce (demi-sec)

SUR LIE (francês: sur = sobre; lie = borra) – vinho não filtrado, que vai do barril, onde ficou sobre a borra, direto para a garrafa.


- T -

TÂNICO – que tem muito tanino ou no qual o tanino sobressai ; o mesmo que adstringente e duro

TANINO - substância existente na uva e que confere a adstringência ao vinho

TERROIR (francês) – literalmente designa o “terreno” onde se localiza um vinhedo, mas o seu sentido é muito mais amplo. Na realidade, designa as características do solo, do microclima e do ecossistema do local, responsáveis pela qualidade do vinhedo e, conseqüentemente, pela qualidade do vinho que ele originará.

TERROSO – com sabor de terra, do solo de onde veio a uva


- U -

UNTUOSO – o mesmo que aveludado, sedoso e viscoso


- V -

VELHO - bastante envelhecido

VERDE - com acidez acentuada, mas agradável e refrescante

VIGOROSO - saudável, vinho jovem em pleno vigor

VISCOSO – o mesmo que aveludado, sedoso e untuoso

Fonte: Academia do Vinho.

Novidades, como o saca-rolhas elétrico, e produtos tradicionais, como o Nez de Vin, estão entre as boas opções de compras

Reportagem visual Yonne Rossini

Importado, saca-rolhas elétrico sem fio Oster, com capacidade para abrir até 30 garrafas. Simples de manusear, basta apertar um botão. A recarga da bateria é feita em uma pequena base móvel. Por R$ 219, na Doural

Importado, saca-rolhas elétrico sem fio Oster, com capacidade para abrir até 30 garrafas. Simples de manusear, basta apertar um botão. A recarga da bateria é feita em uma pequena base móvel. Por R$ 219, na Doural

Saca-rolhas Vinotto, de metal cromado, da alemã Blomus, R$ 139,90, na Doural

Saca-rolhas Vinotto, de metal cromado, da alemã Blomus, R$ 139,90, na Doural

Termômetro Bonjour para vinho. A luz verde indica a temperatura ideal para servir. Por R$ 240, na Raul´s 	Próxima

Termômetro Bonjour para vinho. A luz verde indica a temperatura ideal para servir. Por R$ 240, na Raul´s

Da Screwpull, a Clef du Vin, ou chave do vinho, permite conhecer instantaneamente a capacidade de guarda e o potencial de envelhecimento do vinho, ao modificar gradualmente e de maneira controlada suas qualidades organolépticas. Por R$ 886, na Raul´s

Da Screwpull, a Clef du Vin, ou chave do vinho, permite conhecer instantaneamente a capacidade de guarda e o potencial de envelhecimento do vinho, ao modificar gradualmente e de maneira controlada suas qualidades organolépticas. Por R$ 886, na Raul´s

Este modelo de termômetro da alemã AdHoc serve também de tampa, R$ 79, na Pepper

Este modelo de termômetro da alemã AdHoc serve também de tampa, R$ 79, na Pepper

Outra peça de design alemão, assinada pela Blomus, tampa para espumante, R$ 93, na GlosH

Outra peça de design alemão, assinada pela Blomus, tampa para espumante, R$ 93, na GlosH

Abridor Dynasty para champagne e espumantes. O gancho na parte superior corta a gaiola que envolve a tampa, e o sistema de agulhas fixa a rolha, que sai sem deixar o líquido vazar. Por R$ 64, na Full Fit

Abridor Dynasty para champagne e espumantes. O gancho na parte superior corta a gaiola que envolve a tampa, e o sistema de agulhas fixa a rolha, que sai sem deixar o líquido vazar. Por R$ 64, na Full Fit

Marcadores de taças, importados, R$ 29, o jogo com seis peças, na Pepper

Marcadores de taças, importados, R$ 29, o jogo com seis peças, na Pepper

Para quem se interessou, os links:

Pepper, Full fit, Glosh, Raul´s e Doural.

Fonte: Gula.

REQUISITOS BÁSICOS PARA AS TAÇAS

Corpo separado da base por uma haste

Abertura mais estreita que o corpo

Cristal ou vidro fino

Incolor

Limpeza cuidadosa

Volume em torno de 350 ml

O conteúdo não deve ultrapassar a metade

Em que sequência servir os vinhos

A) QUANTO AOS TIPOS: Brancos Tintos

B) QUANTO À QUALIDADE: Medíocres Médios Bons Grandes

C) QUANTO AO CORPO: Leves Encorpados

D) QUANTO À IDADE: Jovens Maduros

E) QUANTO AO TEOR DE ACUCAR: Secos Suaves Doces

JUSTIFICATIVAS:

A), B) e C) Os tintos, geralmente, são mais complexos (maior riqueza em aromas e sabores, mais corpo, mais tanino, etc.) do que os brancos. Iniciar a degustação com um vinho mais complexo, elevaria o nível de exigência em relação ao próximo vinho, menos complexo, minimizando os seus aspectos positivos e realçando os seus aspectos negativos. Pela mesma razão, depois de tomarmos um grande vinho, os que se seguem, ainda que de boa qualidade, nos parecerão sempre piores do que realmente são.

D) Os vinhos mais velhos são mais complexos do que os jovens. Embora isso possa não ocorrer para vinhos diferentes, torna-se absolutamente verdadeiro para garrafas de um mesmo vinho, porém de safras diferentes, especialmente se for um vinho longevo, de longa guarda.

E) O açúcar de um vinho doce ou suave, prejudica na apreciação de um vinho seco servido a seguir. Não é à toa que os os vinhos doces devem ser tomados no final das refeições, acompanhando as sobremesas ou mesmo sozinhos.

AS TEMPERATURAS IDEAIS

TINTOS

Envelhecidos e Encorpados – 16 A 18 oC

Não envelhecidos mas Encorpados – 14 A 16 oC

Jovens e pouco encorpados – 12 A 14 oC

Beujolais ‘Primeur” ou “Nouveau” – 10 A 12 oC

BRANCOS

Secos, Envelhecidos e Encorpados – 12 A 14 oC

Secos, Jovens e Leves – 6 A 12 oC

Suaves e Doces – 4 A 6 oC

ROSÉS

Todos de modo geral – 6 – 12 oC

ESPUMANTES

Brut – 6 A 12 oC

Demi-Sec e Doce – 4 A 8 oC

FORTIFICADOS

Vinho do Porto – 10 A 18 oC

Jerez – 8 A 14 oC

Madeira – 12 A 14 oC

OBS: Uma garrafa deixada durante 8 minutos na água com gelo sofrerá uma redução de 5 oC na temperatura, que corresponde a 60 minutos de permanência na geladeira.

A ABERTURA DA GARRAFA

1- A REMOÇÃO DA CÁPSULA

Antes de se abrir uma garrafa de vinho deve-se retirar a porção da cápsula em contato com a abertura da garrafa e limpar o gargalo com um pano, pois, na maioria dos vinhos de boa qualidade a cápsula é feita de chumbo que é tóxico. A cápsula, deve ser cortada abaixo do ressalto maior do gargalo, próximo à abertura da garrafa. Isto pode ser feito com uma faca.

Pode-se também fazer a remoção da cápsula utilizando o corta-cápsulas (“foil-cutter”), que é um acessório que tem a forma de um “U” cuja abertura abraça o gargalo. Pressionado no gargalo e girado, ele corta a cápsula através de disquinhos de aço existentes na sua base, mas em geral corta mais rente à borda do gargalo.

2 – A LIMPEZA DO GARGALO

Após a remoção da cápsula, deve-se limpar vigorosamente o gargalo, com um guardanapo de pano ou de papel, principalmente se a cápsula removida for de chumbo que, como já foi dito, é um material tóxico ao organismo.

3 – A RETIRADA DA ROLHA

A seguir, é fundamental a escolha de um saca-rolhas que exija pouco esforço do usuário e seja eficiente na sua função essencial, que é tirar a rolha, sem danificá-la. A abertura da garrafa de vinho é uma operação óbvia e simples, mas pode-se transformar em verdadeira tortura se não se dispõe de um saca-rolhas adequado.

A maioria dos saca-rolhas, entretanto, usa até hoje o velho sistema da haste helicoidal que penetra na rolha e para o bom funcionamento do saca-rolhas a haste é o ítem fudamental. Em um bom saca-rolhas a haste deve obedecer dois pontos essenciais:

a) Ter um passo amplo, isto é, as voltas da espiral devem ser largas, lembrando o rabo do porco, e não curtas como as voltas de um parafuso. Quando o passo é curto a haste não abraça firmemente a cortiça e, ao ser puxada, esfarela a rolha e não a retira.

b) Ser revestida de teflon, material que permite um perfeito deslizamento da helicoidal no interior da cortiça.

A AERAÇÃO OU “RESPIRAÇÃO” DO VINHO

A aeração ou “respiração” de um vinho é uma conduta sempre aconselhável para os bons vinhos, em especial os tintos. Durante o tempo de envelhecimento na garrafa, o vinho está em total ausência de oxigênio e nele ocorrem reações complexas que levam à formação de substâncias sensíveis ao oxigênio. Em geral, um bom vinho não envelhecido em demasia, quando exposto ao oxigênio do ar, sofre alterações benéficas, liberando mais intensamente seu aromas e aprimorando os seus aspectos gustativos. Quanto melhor o vinho, quanto maior a sua estrutura e a sua complexidade de aromas, maior será o tempo que se deverá deixar o vinho aerando ou “respirando”. Essa operação é realizada abrindo-se a garrafa algum tempo antes do serviço do vinho e deixando o vinho “respirar”. Outra alternativa, melhor ainda, é transferir-se o vinho para uma jarra de vidro com boca larga ou um decanter (ver o ítem decantação), onde o vinho sofrerá maior aeração em menor tempo.

Apesar da polêmica em relação às vantagens e ao tempo de aeração dos vinhos, a maioria dos conhecedores concorda que não há necessidade de se arejar vinhos tintos simples de consumo corrente. Tampouco areja-se a maioria dos vinhos brancos, sendo exceções os brancos de alta qualidade, com grande estrutura e complexidade aromática que devem “respirar” algumas horas antes do serviço .

Os vinhos que mais lucram com a aeração são os tintos de qualidade, maduros (prontos para tomar), já suficientemente envelhecidos, que devem “respirar” por um período mínimo de uma a três horas. Quanto melhor o vinho, maior será o tempo de aeração e para alguns o tempo de respiração preconizado vai de 6 a 24 horas.

No entanto, é importante lembrar que a respiração pode ser trágica para vinhos muito velhos, com vinte, trinta anos de vida ou mais. Depois de um tempo de envelhecimento muito longo na garrafa, as substâncias complexas formadas tornam-se extremamente sensíveis ao oxigênio e, quando em contato com o ar, elas sofrerão uma rápida oxidação, degradando-se rapidamente. Por melhor que seja o vinho, ele não suportará o “choque respiratório” e, não é raro ver-se vinhos maravilhosos muito velhos, servidos logo após de abrir-se a garrafa, explodirem em aromas, maravilhar-nos à boca e, passados poucos minutos, extinguirem-se por completo, perdendo os aromas e tornando-se intragáveis. Portanto, cuidado, não areje vinhos muito velhos !

A DECANTAÇÃO DO VINHO

A decantação de um vinho consiste em uma operação simples, porém cuidadosa, para remover o sedimento ou borra ou depósito do fundo da garrafa, em geral existentes no vinhos muito envelhecidos. Esse sedimento é constituído por várias substâncias que se formam durante o envelhecimento do vinho na garrafa e que vão se depositanto no fundo da garrafa, como por exemplo os taninos que sofrem polimerização.

Na realidade, não há nenhum problema médico em bebermos um vinho com sedimento, mas ao manusearmos a garrafa ele irá misturar-se no vinho, tornando-o turvo e provocando, quando bebido, a sensação desagradável de uma fina areia na boca. Portanto, a decantação é aconselhável por razões estéticas na sua degustação do vinho: melhor visualização e melhor sensação gustativa.

A decantação é realizada, após a abertura da garrafa, de três formas:

1 – Manual, na garrafa

Deita-se a garrafa com cuidado, para que o sedimento não se misture ao vinho e, com o auxílio de uma fonte de luz (vela ou lâmpada), com a mão firme e lentamente, vai-se tombando a garrafa e vertendo o vinho na taça, procurando-se manter o sedimento sempre abaixo do ressalto do “ombro” da garrafa. Quando se notar que ele começa a subir o ressalto, pára-se, espera-se ele escorrer de volta ao fundo e recomeça-se a operação. Desse modo ele não virá até o gargalo e, portanto, não se misturará ao vinho que está saindo.

2 – Manual, no decantador

Tranfere-se o vinho lentamente da garrafa (como no método anterior) para um decantador ou decanter (inglês) ou carafe (francês) que é um frasco, de vidro fino ou cristal, com a base bem larga, semelhante a uma licoreira. Deixa-se o decanter em repouso, até que o sedimento vá todo para o fundo e, em seguida, serve-se lentamente o vinho nas taças. Como a base é muito larga, a retenção do sedimento é bem fácil do que na garrafa, acelerando o processo. Outra vantagem do decanter é que ele também se presta muito bem para aerar o vinho, fazendo, simultâneamente, as funções de decantação e respiração do vinho.

3 – Com auxílio de aparelho especial

Existem aparelhos para fazer a inclinação lenta da garrafa mediante a ação de um sistema de engrenagens. Ao girar-se uma pequena manivela, aciona-se o sitema, que provocará a lenta inclinação da garrafa, de modo muito mais preciso do que o método manual. Apesar de charmosos, esses aparelhos são difíceis de ser encontrados e muito caros.

Filtragem, uma alternativa à decantação

Em caso de inabilidade ou falta de paciência para realizar a decantação, bem como na ausência de um decantador ou do aparelho mencionado, a solução menos charmosa, porém mais prática e rápida, é passar o vinho por um filtro de papel (do tipo Melitta) ou por um tecido fino adaptado em um funil. Na falta desses utensílios, a solução é “coar” o vinho, através de um pano limpo colocado na boca de uma jarra.

CONSERVANDO O VINHO JÁ ABERTO

No caso de você abrir uma garrafa de vinho e não consumí-la toda, o que fazer para conservar o vinho?

Uma vez aberta a garrafa o vinho estará em contato constante com o oxigênio e seguramente irá oxidar-se em pouco tempo. Para protelar um pouco o problema, tampe a garrafa com a própria rolha, coloque-a na porta da geladeira e procure bebê-la em dois a três dias.

Uma outra solução é utilizar a “bomba de vácuo” ou “vacu-vin”, em francês, ou “wine-saver”, em inglês.

A bomba de vácuo

Trata-se uma pequena bomba que possui um êmbolo (semelhante ao de uma seringa de injeção) que se adapta à uma rolha especial de borracha, colocada na garrafa. Com movimentos de vai e vem do êmbolo, vai-se retirando o ar da garrafa, pois o aparelho possui uma válvula que permite a saída do ar por sucção, mas impede a sua entrada. Assim, depois de várias bombeadas, o êmbolo passa a movimentar-se com dificuldade, indicando que o ar da garrafa está saindo e quando tornar-se impossível movê-lo, o vácuo estará efetuado na garrafa. Desse modo, o vinho poderá ser conservado na porta da geladeira ou em local bem fresco, por muito tempo. No entanto, por esse sistema não se consegue um vácuo absoluto, sendo mais conveniente consumir o vinho em torno de um mês.

Fonte: Imigrantes Bebidas.

A maioria das pessoas que toma café diariamente ignora quais são as substâncias que estão presentes no café e pensa que o café contém apenas ou principalmente cafeína.
Grande engano.

O café possui apenas 1 a 2,5 % de cafeína e diversas outras substâncias em maior quantidade. E estas outras substâncias podem até ser mais importantes do que a cafeína para o organismo humano.

O grão de café (café verde) possui além de uma grande variedade de minerais como potássio (K), magnésio (Mg), cálcio (Ca), sódio (Na), ferro (Fe), manganês (Mn), rubídio (Rb), zinco (Zn), Cobre (Cu), estrôncio (Sr), cromo (Cr), vanádio (V), bário (Ba), níquel (Ni), cobalto (Co), chumbo (Pb), molibdênio (Mo), titânio (Ti) e cádmio (Cd); aminoácidos como alanina, arginina, asparagina, cisteína, ácido glutâmico, glicina, histidina, isoleucina, lisina,metionina, fenilalanina, prolina, serina, treonina, tirosina, valina; lipídeos como triglicerídeos e ácidos graxos livres , açúcares como sucrose, glicose, frutose, arabinose, galactose, maltose e polissacarídeos. Adicionalmente o café também possui uma vitamina do complexo B, a niacina (vitamina B3 , PP ou “Pelagra Preventing” do inglês) e, em maior quantidade que todos os demais componentes, os ácidos clorogênicos, na proporção de 7 a 10%, isto é, 3 a 5 vezes mais que a cafeína.

Café com leite é a bebida natural mais adequada para crianças

Para milhares de crianças brasileiras a primeira e muitas vezes a principal refeição do dia é uma mistura de café com farinha ou leite. Somada a força e a perseverança, estas crianças sobrevivem saudáveis e podem servir de exemplo para outras, ao vencerem na vida, apesar de tudo e de todos. Mas assegurar uma boa nutrição, principalmente a infantil é o maior compromisso social de toda nação.
Muitas crianças com fome são esquecidas em detrimento da preservação de árvores, da natureza e de animais selvagens, todas partes da bela natureza e do meio ambiente.

Mas uma criança é a maior riqueza da natureza e a coisa mais bela de qualquer ambiente. Enquanto que o preconceito contra o café faz com que as crianças tomem pouco ou mesmo não tomem café diariamente, puro ou com leite, o mesmo não acontece com outras bebidas. Na atualidade tomar refrigerantes ou sucos artificiais para saciar a sede é um hábito diário de quase todas as crianças, em lugar de um simples copo de água. E estudos recentes feitos por médicos ingleses detectaram que o consumo exagerado de refrigerantes por adolescentes não apenas ajuda a destruir os dentes, mas pode provocar problemas de comportamento e afetar o crescimento. E cerca de 1/3 das crianças americanas são obesas graças ao consumo de bebidas e alimentos artificiais, incluindo refrigerantes. E ao mesmo tempo, as crianças são erroneamente educadas de que o consumo de café pode ser prejudicial para a saúde. Pois o café pode ajudar as crianças, adolescentes e jovens nas escolas. O consumo moderado e diário de café, ao estimular o sistema de vigília, atenção e concentração, pode ajudar no aprendizado escolar. E para tal basta que o café seja tomado pela manhã – com ou sem leite – e na merenda escolar, depois do café da manhã, seguindo-se um café no lanche da tarde. A humanidade escolheu o café como bebida diurna porque ele estimula o sistema de vigília do cérebro humano, mantendo-o mais acordado. O consumo diário e moderado de café torna o cérebro mais atento e capaz de suas atividades intelectuais, diminui a incidência de apatia e depressão e estimula a memória, atenção e concentração, melhorando a atividade intelectual normal.

Café, uma bebida natural, é a mais saudável para atletas

Corredores de maratona e atletas de outras formas de exercício intenso aumentam os níveis de endorfina no cérebro, criando uma forma de auto-gratificação interna ( “self-reward”). Isto faz com que o atleta treinado siga adiante ao atingir um ponto máximo de cansaço, que leva todas as pessoas sem treinamento a pararem por fadiga. Caso os atletas tomassem café diariamente durante os treinos, na dose mínima de 4 xícaras, é possível imaginar que os ácidos clorogênicos/ quinídeeos do café bloqueariam os receptores que são estimulados pelas endorfinas, peptídeos opióides cerebrais.

Isto faria com que os neurônios do cérebro aumentassem sua descarga de endorfinas para trazer o estímulo necessário para o atleta prosseguir, atingindo a auto-gratificação num nível mais alto. Atletas assim treinados, teriam um cérebro trabalhando contra uma resistência a auto-gratificação. E quando esta resistência fosse retirada, certamente este cérebro estaria com uma maior capacidade de produzir a auto-gratificação. Deste forma, atletas treinados consumindo diariamente café, caso parassem de tomá-lo na véspera e nos dias de competição, poderiam ter sua performance aumentada de forma significativa, sem qualquer tipo de “doping “. Apenas aumentando, além da capacidade dos músculos, a capacidade do cérebro de prosseguir mais além.

Ao contrário do que se pensava, o consumo moderado de café pode fazer bem ao coração

A depressão é um fator independente de risco cardiovascular para homens e estudos modernos avaliam o papel protetor de medicamentos antidepressivos e hábitos alimentares.
O consumo diário de doses moderadas (três a quatro xícaras ao dia) de café torrado adequadamente (café funcional nutracêutico) pode ser benéfico na prevenção da depressão/DCV por conter, em quantidades superiores às de cafeína (1-2%), compostos quinídeos derivados dos ácidos clorogênicos (2-4%) com ação antioxidante, além de potente ação antagonista opióide (tipo naltrexona) e efeito inibidor da recaptação de adenosina.

No passado um grande número de cardiologistas julgava que o café possuía apenas cafeína, desconhecendo que a bebida contém também maiores quantidades de sais minerais (2-4%), ácidos clorogênicos e quinídeos (2-4%), niacina ou vitamina PP (1%) além da cafeína (1-2%) e centenas de óleos voláteis responsáveis pelo aroma e sabor da bebida, característicos de cada região produtora e dos blends dos fabricantes. Na atualidade evidências científicas permitem classificar o café como uma planta funcional nutracêutica. E novos estudos estão em andamento para avaliar o possível benefício de seu consumo na prevenção da depressão, tabagismo, alcoolismo e mesmo infarto do miocárdio. Por esse motivo o médico deve mudar seu preconceito em relação ao café, o qual considera possuir apenas cafeína, mas reconhecer que talvez possa até ser recomendado a seus pacientes (além do consumo próprio) desde que em quantidades moderadas (3-4 xícaras diárias).

Estudos modernos mostram que o consumo regular de café protege contra o surgimento da diabetes do adulto

O diabetes tipo II ou insulino-independente (tipo adulto) tem início na maturidade, geralmente após os 40 anos, e os pacientes são em sua maioria obesos e a evolução é lenta. O diabetes do tipo 2 é responsável por 90% dos casos.

Há um componente genético importante e, embora a função das células beta do pâncreas esteja diminuída, persiste uma certa capacidade de secreção de insulina, havendo maior resistência ao desenvolvimento de cetose.

Os sintomas mais freqüentes são poliúria (diurese abundante), polidipsia (sede intensa) e emagrecimento e as complicações mais comuns são retinopatia e nefropatia, todas passíveis de controle pelo acompanhamento rigoroso da glicemia. Estudos recentes sugerem que o consumo diário de até 6 xícaras de café pode prevenir o surgimento do diabetes tipo II, não devido a cafeína mas talvez devido aos ácidos clorogênicos, seus metabólitos ou aos minerais como o magnésio, dentre inúmeras outras substâncias ainda a serem estudadas no café, que não é só cafeína, abrindo uma nova área de pesquisa sobre o papel protetor do consumo de café.

O consumo moderado de café não interfere na absorção do cálcio e não causa osteoporose

Um conceito errado entre muitos profissionais de saúde, como nutricionistas, é o de que a cafeína interfere na absorção do cálcio, diminuindo-a, podendo assim causa osteoporose. Trata-se de algo totalmente infundado. A cafeína não atua como um quelante do cálcio, como o antibiótico tetraciclina, que impede a absorção de cálcio. O cálcio tem seu metabolismo rigorosamente controlado por uma série de hormônios e vitamina (vitamina D), de forma que dos 1.200 mg que ingerimos diariamente, apenas 300 mg são absorvidos. Caso precisemos de mais cálcio, o intestino apenas aumenta sua absorção.

O consumo moderado de cafeína não causa osteoporose em idosos nem aumenta o risco de fraturas. Denúncias iniciais levantaram a suspeita de que o consumo de cafeína pudesse ser responsável por uma maior incidência de osteoporose e fraturas em idosos, mas diversas pesquisas modernas esclareceram esta dúvida inicial. O risco de fratura do quadril apresenta uma modesta relação com o consumo de doses elevadas de cafeína, superiores a cinco xícaras diárias (acima de 700 mg de cafeína por dia) em alguns estudos enquanto que outros concluem que não existe relação entre o consumo de cálcio, leite, fósforo, proteínas, vitamina C e cafeína e fraturas do quadril. Também concluem que exercícios recreacionais na infância e adolescência parecem ajudar a proteger contra este tipo de fratura. A menopausa esta associada a uma diminuição da densidade óssea e osteoporose, que pode ser agravada pelo tabagismo, pois este diminui a absorção de cálcio. O consumo moderado de cafeína não possui relação com o problema, mas o consumo exagerado de cafeína deve ser evitado por pessoas idosas e mulheres na menopausa, isto é, de doses acima de 500 mg diários de cafeína pode influir na ocorrência de osteoporose, mas apenas nas mulheres que consomem uma quantidade inferior a 800 mg de cálcio na dieta . A falta de consumo diário de leite pode estar relacionada a uma maior incidência de osteoporose em idosos, algo que pode até ser prevenido com duas a três xícaras diárias de café com leite.

Fonte: ABIC.

GO – 2ª Festa da Uva de Goiás terá palestras, cursos e visitas
Palestras com especialistas, visitas a um parreiral e vinícola, além de exposições e cursos temáticos. Estes são os atrativos da 2ª Festa da Uva de Goiás, entre os dias 20 e 23 de agosto, em Santa Helena de Goiás.

O lançamento ocorreu às 8 horas de  terça-feira (04/08), no Palácio das Esmeraldas (Praça Cívica, Goiânia). Iniciativa da prefeitura local e do governo estadual, a festa tem o apoio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (Seagro).

Entre os palestrantes do encontro estão Sérgio Motoike (Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais), Rita Mércia Borges (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Embrapa Semi-árido), Simone Rodrigues da Silva, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) e Universidade de São Paulo (USP), além de Antônio Carlos Coelho (ligado ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial, o Inpi, do Distrito Federal).

Outras atividades compõem a programação. E o objetivo é salientar as riquezas e diversidade goianas, já que o Cerrado é potencialmente cultivável. Tanto que, atualmente, conta com 500 hectares plantados. Em Santa Helena de Goiás, município localizado a 219 quilômetros da capital, são 55 hectares.

Durante a festa, os visitantes poderão conferir exposição de máquinas e equipamentos, feira para produtores (Banca da Fruta) e de artesanato, além de apresentações artísticas e culturais com grupos de Goiás e Santa Catarina.

Paralelamente, ocorrem o Festival Gastronômico (pratos das culinárias brasileira e italiana, com destacados sommeliers e chefs de cozinha) e o Uvatour (turismo em um parreiral, com o uso de veículo panorâmico). A escolha da rainha da festa completa a programação. A entrada é gratuita, sendo que o público paga apenas o que consumir no local.

O público-alvo da festa são os moradores da cidade, produtores de uva e vinho do Estado e de outras regiões do País, além de visitantes de Goiâna e Brasília (DF). A expansão da área cultivada em Goiás é o principal estímulo à realização. Em razão disso, o apoio da Seagro.

Além da Associação de Produtores de Uva de Itaberaí (Apuderneg), são parceiros as secretarias de Ciência e Tecnologia (Sectec) e Indústria e Comércio (SIC). Também presentes a Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Goiás (Sebrae), Sindicato Rural de Santa Helena e Goiás Turismo, além da Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira (Agepel) e Vinícola Centro-Oeste.

PROGRAMAÇÃO

20 de agosto (quinta-feira)

17 horas – Desfile de carros alegóricos

Participação da Rainha e Princesas da 2ª Festa da Uva, Secretaria Municipal de Educação, da Subsecretaria Regional de Educação e do Centro de Educação Profissional em Artes Basileu França/Veiga Valle (Goiânia)

19 horas – Solenidade de abertura

Presença do governador de Goiás, Alcides Rodrigues (PP), da primeira-dama do Estado, Raquel Rodrigues (PP), também prefeita de Santa Helena de Goiás, além de demais autoridades do setor público, parceiros e iniciativa privada

Execução do Hino Nacional, com a apresentação da Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás (Centro de Educação Profissional em Artes Basileu França/Veiga Valle, de Goiânia)

Saudação, com brinde coletivo

Visita aos stands dos expositores

Festival Gastronômico

Oficina do vinho

23 horas – Show

Dupla César Menoti e Fabiano

21 de agosto (sexta-feira)

9 horas – Abertura dos portões

Visita aos stands e palestras

9h às 12h – Oficinas do vinho

Aulas enogastronômicas ministradas por sommeliers e chefs de cozinha

12h às 16h – Festival gastronômico e atrações culturais

Apresentação de danças típicas por alunos das escolas municipais de Santa Helena de Goiás e do Corpo de Baile do Centro de Educação Profissional em Artes Basileu França/Veiga Valle, de Goiânia (dança italiana)

15h às 18h – Oficinas do vinho

Aulas enogastronômicas ministradas por sommeliers e chefs de cozinha

17h – Desfile de carros alegóricos

Participação da Rainha e Princesas da 2ª Festa da Uva, da Secretaria Municipal de Educação de Santa Helena de Goiás, da Subsecretaria Regional de Educação e do Centro de Educação Profissional em Artes Basileu França/Veiga Valle

18h – Festival gastronômico e atrações culturais

Orquestra de Violeiros Mirins – Alunos das escolas estaduais de Santa Helena de Goiás

Orquestra de Violeiros de Santa Helena de Goiás

Show musical

20h às 21h – Oficinas do vinho

Aulas enogastronômicas ministradas por sommeliers e chefs de cozinha

22 de agosto (sábado)

8h – Abertura dos portões

Visita aos stands e palestras

9h às 12h – Oficinas do vinho

Aulas enogastronômicas ministradas por sommeliers e chefs de cozinha

12h às 16h – Almoço, Festival Gastronômico e Atrações Culturais

Intercâmbio de culturas, apresentação de danças típicas por grupos de alunos das escolas municipais de Santa Helena de Goiás, Corpo de Baile do Centro de Educação Profissional em Artes Basileu França/Veiga Valle (Goiânia) e Grupo Folclórico Ítalo-Brasileiro de Criciúma (Santa Catarina)

15h às 18h – Oficina do vinho

Aulas enogastronômicas ministradas por sommeliers e chefs de cozinha

17h – Desfile de carros alegóricos

Participação da Rainha e Princesas da 2ª Festa da Uva, da Secretaria Municipal de Educação de Santa Helena, da Subsecretaria Regional de Educação e do Centro de Educação Profissional em Artes Basileu França/Veiga Valle

18h – Festival gastronômico e atrações culturais

Quadrilha dos anos 60 – Grupo Artístico de Santa Helena de Goiás

Danças típicas – Grupo Folclórico Ítalo-Brasileiro de Criciúma (Santa Catarina)

Show musical

19h às 21h – Oficina do vinho

Aulas enogastronômicas ministradas por sommeliers e chefs de cozinha

23 de agosto (domingo)

8h – Abertura dos portões

Visita aos stands

9h às 10h – Oficina do vinho

Aulas enogastronômicas ministradas por sommeliers e chefs de cozinha

10h – Premiação

Premiações do concurso de desenho, redação e painel das escolas municipais de Santa Helena de Goiás

11h – Chegada da Folia de Reis de Santa Helena de Goiás

12h – Festival Gastronômico

Apresentação de grupos de danças típicas

Grupo Cultural de Capoeira de Santa Helena de Goiás

Grupo Vocal Techno New Voicces do Centro de Educação Profissional em Artes Basileu França/Veiga Valle

16h – Encerramento

PROGRAMAÇÃO TÉCNICO-CIENTÍFICA

21 de agosto (sexta-feira)

8h às 10h – Mesa-redonda

“Técnicas de cultivo da uva e experiências de produtores”

Palestrante: Rita Mércia Estigarribia Borges – Embrapa Semi-árido (Petrolina)

10h30 às 12h30 – Mesa-redonda

“Mercado de uva de mesa”

Palestrante: Simone Rodrigues da Silva – Esalq/USP

14h às 15h30 – Palestra

“Aspectos legais – bebidas e vinhos”

Palestrante: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)/SFAGO

16h às 17h30 – Palestra

“Marcas, patentes e indicação geográfica”

Palestrantes:

Antônio Carlos Pereira Coelho (Inpi, Brasília-DF) – Marcas e patentes

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) – Indicação Geográfica

22 de agosto (sábado)

8h30 às 10h30 – Mesa-redonda

“Cultivares de uva para mesa e vinho”

Palestrante: Sérgio Motoike, da Universidade Federal de Viçosa (UFV-MG)

“Uva, vinho e saúde”

Palestrante: Renato Araújo Ramos e Alverane Passos Barbosa

16h – Encerramento

ROTEIRO ENOTURÍSTICO (embarque no Uvatur)

Visita ao parreiral e vinícola Centro-Oeste, com direito a degustação de uva e vinho

Sexta-feira (21)

Sábado (22)

Domingo (23)

Fonte e informações adicionais: Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado de Goiás (SEAGRO) – www.seagro.go.gov.br

Por Ramatis Russo

Carta

Carta

As folhas da carta de vinho vem e vão em sentidos descompassados, os olhos dão voltas como caça-níqueis tentando encontrar um porto seguro, focar um nome conhecido ou um preço cabível sem demonstrar o desconforto diante da companhia. Para piorar o cenário, aparece a figura do sommelier – com seu saca-rolhas cromado e sua desenvoltura orgulhosa fazendo um “style” em um terno diferente dos demais maîtres, com seus pins condecorativos -, causando quase que um infarto no já debilitado cliente.

É triste quando isso acontece, pois acaba por distanciar mais e mais o consumidor do produto – que, na verdade, foi feito para harmonizar e não segregar – e tornando o momento que deveria ser agradável em um grande calvário.

Não tenha medo do sommelier

Pode parecer assustador no primeiro momento a presença do sommelier ou a escolha de um vinho na carta do restaurante, mas nossa indicação, humilde, é: procurem ouvir o profissional da área. Converse com ele e tente espremer toda informação que considerar necessária para tornar o seu momento mais harmônico possível. Ele esta lá para ajudar-lo e não causar-lhe constrangimento, apesar de algumas vezes arrotar nomes e termos complicados.

Na maioria das vezes, ele foi o responsável pela elaboração da carta de vinhos do estabelecimento, analisando o mercado global e suas tendências – principalmente a gastronomia regional – e vai procurar orientá-lo da melhor maneira possível, diante, é claro, de suas especificações.

Dê informações precisas

Para tornar o trabalho do sommelier mais fácil e, consequentemente, alcançar a satisfação na escolha adequada, a melhor maneira de conseguir o que procura seria por meio das informações que você deve passar ao profissional:

1- Estou disposto a pagar um valor X.
2- Com a uva tal (varietal) ou as tais uvas (assemblagem).
3- Do país X ou da região X.

Lembre-se do fator: harmonização do prato

Melhor ainda seria pedir a indicação do profissional diante do prato escolhido, deixando-o com liberdade para decidir qual será a surpresa do dia. Mas, caso você queira decidir por conta própria, existem algumas regras básicas para harmonização como: prato leve com vinho leve, prato de médio corpo com vinho de médio corpo e prato estruturado com vinho estruturado. Pratos com gordura e tendência ao doce pedem acidez e efervescência nos vinhos. Untuosidade e suculência convidam ao álcool e taninos. Picância com ácido aromático (comida tailandesa e indiana) solicitam maciez com aroma e perfume.

De qualquer forma, lembre-se sempre de seguir o seu gosto e suas preferências, pois, no fim das contas, quem vai ter o prazer e pagar por aquilo é você e mais ninguém.

Alerta aos preços

Procure estar um pouco informado sobre os preços em revistas especializadas ou catálogos dos importadores, mesmo sabendo que os restaurantes trabalham com uma margem de 50% a 100% sobre o preço ao consumidor final. Isso devido aos custos empregados, como o serviço, armazenamento, taça etc. Alertamos para isso para você saber se não esta sendo “roubado”.

Acabou? Peça outro

Pode acontecer de o vinho pedido ter acabado e você ter de mudar de rótulo. É nessa hora que o sommelier vai mostrar a sua competência tentando substituí-lo à altura, apresentando um novo vinho e a oportunidade única de aumentar o seu leque de conhecimento ante uma nova experiência.

Sommelier de bom caráter

Lembre-se também do risco que existe de uma importadora se aproveitar da força e influência para “empurrar” rótulos diversos goela abaixo do sommelier, aliciando-o com viagens e/ ou preços e descontos sedutores, incorporando nomes desconhecidos em seu portfólio. No entanto, cabe ao bom profissional mostrar seu caráter e índole nesses momentos focando o seu trabalho na satisfação e alegria do consumidor, praticando preços justos e mostrando sensibilidade para apresentar as melhores opções levando em conta seu próprio gosto e dos clientes.

Os momentos para apreciar um bom vinho serão muitos, os rótulos a serem degustados mais ainda e os sommeliers então…

« Página anteriorPróxima Página »