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	<title>Buena Vista Social Club</title>
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		<title>Buena Vista Social Club</title>
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		<title>5. Festival Italiano de Gastronomia e Cultura &#8211; Nova Veneza-GO</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 16:13:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[culinaria italiana]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
		<category><![CDATA[goiás]]></category>
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		<description><![CDATA[A cidade de Nova Veneza foi à percussora dos festivais de gastronomia e cultura no estado de Goiás, em 2003 foi realizada a primeira edição do festival, atraindo um público de mais de 30 mil pessoas em 03 dias de evento, o sucesso superou as expectativas mais otimistas de seus organizadores. Um evento que deu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=buenavistasc.wordpress.com&blog=1395184&post=145&subd=buenavistasc&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>A cidade de Nova Veneza foi à percussora dos festivais de gastronomia e cultura no estado de Goiás, em 2003 foi realizada a primeira edição do festival, atraindo um público de mais de 30 mil pessoas em 03 dias de evento, o sucesso superou as expectativas mais otimistas de seus organizadores. Um evento que deu certo não pode deixar de acontecer, por isso a administração empreendedora de Luiz Antônio está empenhada em voltar com esta grandiosa festividade idealizada e implantado no município pelo empresário e líder político OSVALDO STIVAL, prefeito de Nova Veneza por dois mandatos. Como filho dos fundadores desta cidade, descendente direto de ITALIANOS, Osvaldo Stival, convocou sua família, motivado pelo firme propósito de resgatar a identidade de seus antepassados, idealizou o FESTIVAL GASTRÔNOMICO E CULTURAL, com a colaboração de toda a comunidade, empresários, políticos e imprensa o evento aconteceu e se tornou referência para todo o estado de Goiás e modelo para cidade de Nova Veneza nossa co-irmã de Santa Catarina, colônia de Italianos ao sul do país. Em Goiás, promotores de eventos passaram a realizar festivais temáticos com a tendência cultural e gastronômica de cada região, assim ficou provado que nosso evento realmente deu certo e fez escola, quando setembro chegar teremos mais uma edição do nosso majestoso festival que ganhou um título mais fiel ao objetivo proposto pelo idealizador. FESTIVAL ITALIANO GASTRÔNOMIA E CULTURA 5ª EDIÇÃO e dois mascotes PORPETINA E PENETO, símbolos criados para marcar o motivo do festival que tem na gastronomia sua identidade e na cultura o desenvolvimento dos costumes do povo ITALIANO, durante a festa o coral ANJOS DE VENEZA, e o grupo de dança DI VENEZA, compostos por alunos da rede municipal de ensino se apresentam, além do grupo ITALO BRASILEIRO DE DANÇAS DE NOVA VENEZA SANTA CATARINA, e outras atrações artísticas como cantores e grupos musicais que representam as atrações Italiana, motivo do nosso evento. ANDREY MESQUITA, presidente da comissão organizadora desta edição juntamente com todos os envolvidos para a realização da festa acreditam no sucesso absoluto do festival, afinal de contas pelo sucesso dos números anteriores esta edição com nova roupagem e muito empenho da administração do município tem tudo para superar as expectativas. Anote na agenda e não perca nos dias 04, 05, 06 e 07 de setembro o FESTIVAL ITALIANO GASTRÔNOMIA E CULTURA de Nova Veneza. Para você que é empresário e quer expor seus produtos e divulgar sua marca reserve já seu espaço.</p>
<p>Praça da Matriz de Nova Veneza.</p>
<p>Telefone para informações: 3356 1120<br />
Home Page: <a href="http://www.novaveneza.go.gov.br/festival">www.novaveneza.go.gov.br/festival</a><br />
E-mail: <a href="mailto:festival@novaveneza.go.gov.br">festival@novaveneza.go.gov.br</a></p>
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		<title>Novidades no mundo das rolhas</title>
		<link>http://buenavistasc.wordpress.com/2009/08/26/novidades-no-mundo-das-rolhas/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 02:44:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[rolhas]]></category>
		<category><![CDATA[tipos de rolhas]]></category>

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		<description><![CDATA[De um lado temos o ritual da abertura da garrafa de vinho com um saca-rolhas, que para muitos completa o deleite proporcionado pelo néctar de Baco. De outro lado temos o risco de anti-clímax de abrir um vinho estragado por problemas na rolha.
Nos últimos anos o debate tem sido intenso em torno do modo ideal [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=buenavistasc.wordpress.com&blog=1395184&post=142&subd=buenavistasc&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>De um lado temos o ritual da abertura da garrafa de vinho com um saca-rolhas, que para muitos completa o deleite proporcionado pelo néctar de Baco. De outro lado temos o risco de anti-clímax de abrir um vinho estragado por problemas na rolha.</p>
<p>Nos últimos anos o debate tem sido intenso em torno do modo ideal de vedar as garrafas de vinhos e em torno dos problemas que envolvem a rolha de cortiça. O tema é importante, pois o modo de tampar a garrafa influi muito na qualidade final do vinho.</p>
<p><strong>O surgimento da rolha de cortiça</strong><strong><br />
</strong>Garrafas de vidro são usadas para armazenar vinho (ainda de modo raro e insipiente) desde o império romano. Este tipo de recipiente, contudo, só viria a se tornar o padrão a partir do século XVII. O pai da moderna garrafa de vidro para vinhos é o inglês Sir Kenelm Digby, que nos anos 1630 foi proprietário de uma fábrica de vidro e produziu em série garrafas mais resistentes, escuras (para a proteção do líquido da luz) e com formato semelhante ao que hoje é o padrão do mercado (cilíndricas, alongadas, com um pescoço mais fino e com um gargalho reforçado). Este tipo de garrafa adaptou-se bem a uma outra invenção, a rolha de cortiça, que por volta de 1680 começou a ser usada. Nesta data o monge Dom Pérignon teria deixado de usar vedantes de madeira e adotado rolhas de cortiça em seus vinhos espumantes. Até 1830 as rolhas eram em forma do cone, para seu melhor encaixe nos gargalos das garrafas, só a partir daí foram criadas máquinas capazes de introduzir rolhas cilíndricas (como as de hoje) nos gargalos das garrafas.</p>
<p><strong>O que é TCA?</strong><strong><br />
</strong>Só recentemente, com o aperfeiçoamento das rolhas sintéticas e das tampas de rosca, a cortiça começou a ser ameaçada em seu posto de vedante ideal para as garrafas de vinho. O motivo da busca de novos vedantes têm sido o TCA (2-4-6 Tricloroanisol), uma substância química volátil que pode contaminar não apenas na cortiça, mas também papel, papelão, plástico, recipientes de madeira como barricas etc. Vinhos atacados pelo TCA são chamado popularmente de bouchonné (em francês), corked (inglês), con corcho (espanhol) ou simplesmente com rolha, em Portugal. No Brasil a expressão mais usada é a francesa: “está bouchonné” (“buxonê”). O TCA provoca aromas desagradáveis de mofo no vinho. Fala-se que hoje de 2 a 5% dos vinhos vedados com rolhas de cortiça sofrem problemas causados pelo TCA. Este número é controverso. Em minha provas pessoais, de cerca de 5 mil vinho ao ano, não encontro mais que 1% de TCA.</p>
<p>É importante lembrar que, como o TCA não ataca apenas a rolha, mas pode sim contaminar todo o interior de uma vinícolas (suas barricas de madeiras, caixas de papelão etc), é possível (e já há relatos de tal), encontrar um vinho sem rolha (vedados com rolhas sintéticas, por exemplo) completamente bouchonné.</p>
<p><strong>A rolha de cortiça – como é feita</strong><strong><br />
</strong>A cortiça vem da casca do carvalho da espécie Quercus suber, ou Sobreiro, muito comum no sul de Portugal. Um sobreiro demora 25 anos para dar sua primeira “safra” e depois a cada 9 anos sua casca de cortiça pode ser retirada novamente. Ao retirar-se a casca do sobreiro numera-se cada árvore com o ultimo algarismo do ano corrente. Assim um sobreiro “colhido” em 2008 terá o número 8 pintado em seu caule. A paisagem das planícies do Alentejo repletas de árvores numeradas é ao mesmo tempo linda e inusitada.</p>
<p>A cortiça é, portanto, um tecido vegetal com centenas de milhões de células que formam uma estrutura impermeável e incrivelmente elástica, podendo, por exemplo, ser comprimida à metade de sua largura sem alterar sua altura e sem perder a flexibilidade.</p>
<p>Hoje os produtores de rolhas de cortiça estão trabalhando para melhorar seu produto e reduzir a incidência de TCA. Controles de qualidade estão sendo implementados para livrar a matéria prima de contaminação e as qualidades naturais da cortiça estão sendo enfatizadas, como importância econômica para as comunidades rurais e para o equilíbrio dos ecossistemas dos quais fazem parte.</p>
<p><strong>Os tipos de rolha de cortiça</strong></p>
<p><strong><img class="alignleft" src="http://www.mardevinho.com.br/uploads/2009/06/rolhacortica1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Rolha maciça</span> – feita de cortiça maciça, é a de melhor qualidade. Quanto mais longa, larga e elástica melhor a qualidade da rolha. Uma rolha grande pode ter 55 mm de comprimento e 25 mm de diâmetro. Enquanto isso uma pequena pode ficar nos 30×15 mm, por exemplo. O diâmetro da boca da garrafa é sempre menor que o diâmetro da rolha, que é colocada comprimida por uma máquina, para que fique firme e vede bem o recipiente. Uma rolha “top” pode custar mais de 1 euro a unidade.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.mardevinho.com.br/uploads/2009/06/rolhaaglomerado1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Rolha de aglomerado de cortiça</span> – rolha mais barata feita de cortiça moída e cola, a partir da cortiça que sobra da elaboração das rolhas maciças. Difere da rolha maciça da mesma forma que uma madeira maciça se compara a uma madeira de aglomerado. Sua elasticidade e durabilidade é menor que a de uma rolha maciça (e seu tamanho por vezes também). Em alguns casos a cola destas rolhas pode passar aromas negativos ao vinho, o que motivou alguns produtores a adicionarem um disco de cortiça maciça na parte da rolha que fica em contato com o líquido.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.mardevinho.com.br/uploads/2009/06/rolhachampagne-181x3001-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Rolha de Champagne</span> – é feita de duas partes, em forma de cogumelo. A parte de cima, a cabeça do cogumelo, é propositalmente feita de aglomerado bastante rígido, sem elasticidade, para que se possa segurar e sacar a rolha com as mãos ou um alicate apropriado. A parte de baixo, que fica dentro do gargalo da garrafa, é de rolha maciça e elástica, para vedar a garrafa e proteger o liquido.</p>
<p><strong><span style="color:#000000;">Vedantes alternativos mais comuns</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#000000;"><img class="alignleft" src="http://www.mardevinho.com.br/uploads/2009/06/rolhasintetica1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></span></strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Rolha sintética</span> – as rolhas sintéticas chegaram ao mercado no início dos anos 1990 causando espanto (e às vezes revolta) em consumidores tradicionalistas. Este tipo de vedante oferece vantagens e desvantagens em relação às rolhas de cortiça. Custam mais barato, permitem que o vinho seja guardado de pé, pode ser colorida, e o principal, não transmitem o TCA.</p>
<p>Do lado negativo está primeiramente o aspecto técnico: esta rolha não é tão elástica quanto a cortiça e não veda totalmente a garrafa, permitindo a entrada de uma micro quantidade de oxigênio (0,01 centímetro cúbico por dia, dez vezes mais que 0,001 cc das rolhas de cortiça ou tampas de rosca) provocando a oxidação dos vinhos em caso de longa guarda. Além disso a durabilidade da rolha em si não é comprovada e o lado estético é um aspecto que pode ser altamente negativo para os consumidores mais tradicionalistas. Normalmente usa-se este tipo de rolha em vinhos de menor preço e com uma expectativa de vida de menos de 5 anos. Cerca de 20% das garrafas de vinho é vedada com rolhas sintéticas.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.mardevinho.com.br/uploads/2009/06/rolharosca1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Tampa de Rosca</span> – Conhecida como screwcap este tipo de vedante vem sendo pesquisado para uso em vinhos na Austrália desde os anos 1960 e há anos é usado com sucesso em muitos tipos de bebida (cerveja, sucos, água mineral etc). Trata-se de uma tampa metálica de rosca coberta internamente por um plástico inerte. Como vantagens traz seu baixo custo, seu fácil manuseio (dispensa o uso saca rolhas), a garrafa pode ficar de pé, é reciclável, livre de TCA e funciona perfeitamente para vinhos jovens. Sua longevidade, contudo, não está comprovada para uso em vinhos de guarda, embora já seja bastante aceita sua grande eficiência em vinhos brancos e de consumo jovem em geral. Este tipo de vedante é adotado por novos produtores a cada ano e é a grande tendência deste mercado. Na Austrália cerca de 30% de toda a produção engarrafada já utiliza a screwcap. Na Nova Zelândia esta proporção já ultrapassa os 70%. A nível global, cerca de 15% de todas as garrafas de vinho comercializadas trazem uma tampa de rosca. No momento este parece ser o vedante mais promissor, por sua eficiência, fácil utilização e baixo custo. No lado negativo apenas o possível desenvolvimento de aromas de redução no vinho (causados pelo vinho ficar “abafado”, com a ausência de entrada de micro-quantidades de ar na garrafa) e o que mais atrapalha este vedante: o fim do ritual do saca-rolhas.</p>
<p><strong>Vedantes alternativos pouco comuns e novidades</strong><br />
<span style="text-decoration:underline;">Tampa de Vidro</span><br />
Um tipo de vedante, feito de vidro e forrado com material sintético é usado por alguns produtores alemães e austríacos. No Brasil já esbarrei em vinhos assim do produtor alemão Eugen Müller, representado aqui pela importadora Decanter. Este vedante é chamado de “Vino-lok” e é tipo como muito eficiente, por cumprir bem sua função de selar a garrafa, por sua aparência elegante e por ser reciclável, mas seu custo ainda não é acessível a vinhos mais baratos.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.mardevinho.com.br/uploads/2009/06/zork1.jpg" alt="" width="120" height="133" /></p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Zork</span><br />
Com o slogan “Zork not cork” (zork e não rolha), esta marca de vedantes australianos promete revolucionar a indústria dos vinhos de baixo custo e de consumo mais imediato, substituindo as rolhas sintéticas.Trata-se de uma combinação de tampa de rosca (abre-se girando) de material sintético mas que faz o efeito de espocar, como uma rolha de champagne. Veja um vídeo promocional em <a href="http://www.zorkusa.com/">www.zorkusa.com</a>.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Pro-cork</span><br />
Este é outro produto que promete “mundos e fundos”. A Pro-cork consiste em uma rolha de cortiça natural, com todas as suas ótimas qualidades, mas sem o problema do TCA. Na Pro-cork a parte da rolha que fica em contato com o vinho é revestida com 5 camadas de material protetor que e isola o vinho da cortiça, protegendo o líquido e de uma possível contaminação por TCA.</p>
<p>O tema ainda é polêmico e a discussão está longe de alcançar um consenso, já que só o tempo dirá qual o método mais seguro e longevo de vedar vinhos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.mardevinho.com.br/" target="_blank">Mar de Vinho. </a></p>
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		<title>A Vitivinicultura em Goiás</title>
		<link>http://buenavistasc.wordpress.com/2009/08/25/a-vitivinicultura-em-goias/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 19:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[goiás]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[vitivinicultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Goiás investe na vitivinicultura
Em Goiás, também é possível degustar uva direto da parreira, conhecer adegas e apreciar a bebida de Baco. Paraúna, Santa Helena e Alto Paraíso são cidades produtoras.
Goiânia/GO
Degustar boa bebida já foi coisa de rico. Hoje, segundo o especialista em bebidas extraídas da uva Hugo Cristian Ramirez Flores, 35, qualquer pessoa pode apreciar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=buenavistasc.wordpress.com&blog=1395184&post=139&subd=buenavistasc&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h1>Goiás investe na vitivinicultura</h1>
<p><strong>Em Goiás, também é possível degustar uva direto da parreira, conhecer adegas e apreciar a bebida de Baco. Paraúna, Santa Helena e Alto Paraíso são cidades produtoras.</strong><br />
<strong>Goiânia/GO</strong><br />
Degustar boa bebida já foi coisa de rico. Hoje, segundo o especialista em bebidas extraídas da uva Hugo Cristian Ramirez Flores, 35, qualquer pessoa pode apreciar um bom vinho. Com este pensamento e aliado ao crescente interesse dos goianos pelos aromas da fruta, a Associação Brasileira de Sommelier em Goiás (ABS-Goiás) organiza roteiro diferenciado no Brasil e no exterior. Os que querem mergulhar no universo da uva têm grande oportunidade de saber mais sobre o crescente potencial enoturístico goiano. Iniciantes e veteranos do ramo têm oportunidades de aprender pessoalmente sobre a enologia, ciência que estuda os vinhos, em Paraúna (a 155 km de Goiânia), que oferece visitas às suas videiras, acompanhados por especialistas sem cobrança de taxa.</p>
<p>Enoturismo? Que é isto? O resultado da soma uva, vinho, gastronomia e turismo seria a resposta mais adequada. São afirmações do presidente da ABS-Goiás, Raimundo Fortuno Gomes, 49. Ele afirma que o Estado produz pouco, cidades como Santa Helena, Paraúna e Alto Paraíso são os destaques. “Acredito que no máximo em cinco anos poderemos oferecer um roteiro bastante <span style="border-bottom:1px dotted;color:#006600;text-decoration:underline;">interessante</span> aqui em Goiás”, conta.</p>
<p>Para o sommelier chileno Hugo Ramirez, da Adega Santa Felicidade, a prática do enoturismo é tradição forte no sul do Brasil, mas, apesar de os goianos consumirem pouco, esta atividade tem crescido em Goiás. Ele conta sobre visitas feitas à adega e sobre minicursos oferecidos. “O cliente que chega na loja não compra de imediato nossos produtos, porque ofereço o minicurso”. Segundo ele, o enólogo principiante visita de duas a três vezes a distribuidora, degusta os sabores diferenciados de cada vinho, aprende mais sobre a uva e suas propriedades medicinais para então fazer a compra. “É simples abrir uma garrafa e identificar-se com o sabor de determinado vinho”, acredita.</p>
<p>Em relação às viagens enológicas e vinícolas, Raimundo Fortunato diz que Goiás ainda engatinha, comparado ao Rio Grande do Sul, o principal produtor nacional. “Aquele que dispõe de mais tempo tem opções como Bento Gonçalves, Garibaldi e Caxias do Sul. Mas se a intenção é ir para mais longe, então, nossos vizinhos estrangeiros, Argentina e Chile, grandes produtores mundiais, reservam roteiros encantadores. Locais onde estamos fechando roteiro para 2007”.</p>
<p>Em Paraúna, na Fazenda Caracol, o prefeito Sebastião Ferro já está um passo à frente. Diversos apreciadores vão ao vinhedo e aproveitam para saber mais detalhes sobre técnicas de colheita. “O visitante poderá, além de degustar excelentes sabores de vinho, participar da colheita de uvas”, afirma.</p>
<p>A grande  <span style="border-bottom:1px dotted;color:#006600;text-decoration:underline;">vantagem</span> em visitar as “uvas de Paraúna” é que a entrada é gratuita com direito a provar das oito espécies plantadas. De acordo com o prefeito, a Vinícola Serra das Galés, em construção, que fica totalmente pronta em fevereiro de 2007, será aberta ao público, acompanhada por um enólogo, que orienta sobre particularidades e delicadezas do processo de produção, desde o cultivo das videiras até o engarrafamento. A ONG Guerreiros da Natureza/Colégio COC, direcionada por Antonio Carlos Volpone, esteve na fazenda e garante que as plantações seguem todas as especificações e normas técnicas exigidas por lei. Os integrantes do grupo, além de provar do sabor da uva, verificaram as condições ambientais do local.</p>
<p>Parte dos roteiros inclui aulas sobre como armazenar garrafas e servir a bebida. Para os mais “fanáticos” são oferecidas dicas de construção de adega em casa, combinação de vinhos com queijos e refeições.</p>
<p>O DM selecionou alguns sites que ajudam na iniciação ao universo dos vinhos. Assim, antes de se dedicar ao enoturismo, os amantes da bebida podem saber mais sobre os diferentes nomes de uvas, avaliações e vinhos premiados. Dicas que fazem toda a diferença no momento da degustação.</p>
<p><strong>Sites</strong><br />
Associação Brasileira de Sommelier de Goiás<br />
<a rel="nofollow" href="http://www.abs-goias.com.br/" target="_blank">www.abs-goias.com.br</a></p>
<p>Associação Brasileira de Enologia<br />
<a rel="nofollow" href="http://www.enologia.org.br/" target="_blank">www.enologia.org.br</a></p>
<p>Associação Gaúcha dos Vinicultores<br />
<a rel="nofollow" href="http://www.agavi.com.br/" target="_blank">www.agavi.com.br</a></p>
<p>Instituto Brasileiro do Vinho<br />
<a rel="nofollow" href="http://www.ibravin.org.br/" target="_blank">www.ibravin.org.br</a></p>
<p>Embrapa Uva e Vinho<br />
<a rel="nofollow" href="http://www.cnpuv.embrapa.br/" target="_blank">www.cnpuv.embrapa.br</a></p>
<p><strong>Onde encontrar</strong><br />
Adega Santa Felicidade (62) 3259-1643<br />
Adega Expand (62) 3091-3303<br />
Empório Piquiras (62) 3515-0600<br />
Casa Ouro (62) 3259-1955<br />
Casa de Baco (62) 3259-2108<br />
Adega Santa Felicidade (62) 3259-1643</p>
<p><strong>Cidades produtoras</strong><br />
Distâncias de Goiânia:<br />
Santa Helena 205 km<br />
Alto Paraíso 421 km<br />
Paraúna 155 km</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/buenavistasc.wordpress.com/139/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/buenavistasc.wordpress.com/139/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/buenavistasc.wordpress.com/139/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/buenavistasc.wordpress.com/139/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/buenavistasc.wordpress.com/139/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/buenavistasc.wordpress.com/139/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/buenavistasc.wordpress.com/139/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/buenavistasc.wordpress.com/139/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/buenavistasc.wordpress.com/139/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/buenavistasc.wordpress.com/139/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=buenavistasc.wordpress.com&blog=1395184&post=139&subd=buenavistasc&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Aprenda a degustar Vodca (ou Vodka)</title>
		<link>http://buenavistasc.wordpress.com/2009/08/25/aprenda-a-degustar-vodca-ou-vodka/</link>
		<comments>http://buenavistasc.wordpress.com/2009/08/25/aprenda-a-degustar-vodca-ou-vodka/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 02:05:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[degustar vodka]]></category>
		<category><![CDATA[vodca]]></category>
		<category><![CDATA[vodka]]></category>

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		<description><![CDATA[
1. Coloque a vodka escolhida em um pequeno copo e deixe alguns minutos até que o copo e o liquido fiquem à temperatura ambiente.
2. Primeiro, cheire a vodka. Perceba se o cheiro do álcool sobe rapidamente e queima ou faz arder seu nariz e olhos ou, se o cheiro é apenas forte, mas agradável.
3. Segundo, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=buenavistasc.wordpress.com&blog=1395184&post=137&subd=buenavistasc&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="aligncenter" src="http://www.absolutads.com/mix/absolut_vodka_family_.jpg" alt="" width="426" height="319" /></p>
<p>1. Coloque a vodka escolhida em um pequeno copo e deixe alguns minutos até que o copo e o liquido fiquem à temperatura ambiente.</p>
<p>2. Primeiro, cheire a vodka. Perceba se o cheiro do álcool sobe rapidamente e queima ou faz arder seu nariz e olhos ou, se o cheiro é apenas forte, mas agradável.</p>
<p>3. Segundo, beba um pequeno gole e espalhe a vodka na frente da boca, depois na parte de trás da boca, antes de engolir. Sinta se a vodka queima as papilas gustativas ou somente as revigora.</p>
<p>4. Terceiro, respire fundo imediatamente antes de engolir e sinta como o vapor alcoólico chega à garganta. Novamente, perceba se é uma sensação de ardência ou uma queimação agradável.</p>
<p>5. Engula esta pequena quantidade e identifique onde você começa a sentir a bebida conforme ela desce.</p>
<p>6. Finalmente, beba o restante e engula. Perceba se a sensação de queimação se inicia na garganta e depois desce. Ou, se a queimação se inicia no estômago e sobe para o tórax.</p>
<p>7. Aprecie a pós-degustação. Há alguma sensação residual? Com algumas vodkas você pode detectar um sabor de alcaçuz ou de anis no fundo da boca. Este é um sinal de que você bebeu uma vodka destilada de grãos.</p>
<p>8. O paladar de cada um de nós é uma característica individual, no entanto, todos podemos distinguir uma vodka de qualidade se soubermos como avaliá-la.</p>
<p>Com o passar do tempo e o aprimoramento do paladar, seremos capazes de distinguir as características e  <span style="color:#000000;"><span style="border-bottom:1px dotted;text-decoration:underline;">qualidades</span></span> da vodka para apreciá-la cada vez mais.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/buenavistasc.wordpress.com/137/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/buenavistasc.wordpress.com/137/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/buenavistasc.wordpress.com/137/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/buenavistasc.wordpress.com/137/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/buenavistasc.wordpress.com/137/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/buenavistasc.wordpress.com/137/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/buenavistasc.wordpress.com/137/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/buenavistasc.wordpress.com/137/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/buenavistasc.wordpress.com/137/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/buenavistasc.wordpress.com/137/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=buenavistasc.wordpress.com&blog=1395184&post=137&subd=buenavistasc&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Como preparar um bom churrasco</title>
		<link>http://buenavistasc.wordpress.com/2009/08/24/como-preparar-um-bom-churrasco/</link>
		<comments>http://buenavistasc.wordpress.com/2009/08/24/como-preparar-um-bom-churrasco/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 23:02:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[churrasco]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer churrasco]]></category>
		<category><![CDATA[cortes churrasco]]></category>
		<category><![CDATA[receita churrasco]]></category>
		<category><![CDATA[tempero churrasco]]></category>

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		<description><![CDATA[
Churrasqueira:
Ela deve ser de fácil limpeza, manter o calor e ser funcional permitindo o uso adequado dos espetos, grelha e a chapa.Um dos segredos do churrasco bem feito é o calor das brasas e nunca a chama. O combustível é o carvão.
Para acender o fogo:
Use apenas um copo de álcool ( álcool gel acendedor é [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=buenavistasc.wordpress.com&blog=1395184&post=133&subd=buenavistasc&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="aligncenter" src="http://tradicao.pampasonline.com.br/churrasco2.JPG" alt="" width="260" height="374" /></p>
<p><strong>Churrasqueira:</strong></p>
<p>Ela deve ser de fácil limpeza, manter o calor e ser funcional permitindo o uso adequado dos espetos, grelha e a chapa.Um dos segredos do churrasco bem feito é o calor das brasas e nunca a chama. O combustível é o carvão.</p>
<p><strong>Para acender o fogo:</strong></p>
<p>Use apenas um copo de álcool ( álcool gel acendedor é o melhor). Nunca use querosene, gasolina, tiner, etc. pois além de passar gosto para a carne, prejudicando a saúde, pode haver explosão.<br />
Depois de colocar carvões, colocar o álcool devagar, em três lugares diferentes e aguarde aproximadamente 60 segundos. Quando o carvão já estiver estalando (isto mostra que o alcool já penetrou no interior do carvão) acenda o fósforo e jogue-o sobre o carvão.<br />
Se o fogo não pegar, não ponha álcool de novo. Aguarde um pouco e verá que alguns carvões pegaram fogo. Use então o abanador até levantar uma pequena chama. Repita a operacão de abanar até ter umas boas brasas acesas. Espalhe os carvões, usando o &#8221; espalha brasas &#8220;. Dê mais algumas abanadas. Coloque as carnes em espetos, protegida pela gordura ou osso, como o caso da picanha e da costela.</p>
<p><strong>Equipamentos: </strong></p>
<p>- Facas<br />
- Tábua de cortar carne<br />
- Pedra de amolar<br />
- Espetos ou grelha<br />
- Abanador de brasa.<br />
- Ferro para espalhar a brasa.<br />
- Tabua de servir a mesa.<br />
- Colher pinça, para pegar brasas.<br />
- Pinça colher para servir a carne.<br />
- Garfo, colher.<br />
- Gamela de preparar vinha d&#8217;alho e gamela de salgar.</p>
<p><strong>Salgando a carne:</strong></p>
<p>O sal do churrasco é o sal grosso. Está na origem histórica. O sal grosso  nunca erra.<br />
Meia hora antes de dar início ao trabalho de assar a carne, salgue-a. Ponha a carne na gamela e esfregue o sal com as mãos. Espete e leve ao fogo, com a parte mais gordurosa para baixo, como o caso da picanha.<br />
Importante : para tirar o sal, quando a carne está pronta, segure o espeto no ar ainda dentro da churrasqueira e bata com as costas da faca.<br />
Nunca salgue o churrasco com sal fino de cozinha. Certamente o sal vai grudar e a carne ficará por demais salgada.<br />
Se não tiver sal grosso, faça com o sal fino uma salmoura e vá borifando periódicamente na carne, sem tirá-la do fogo.<br />
O tempo médio para a preparação de cada tipo de carne (referidas logo abaixo &#8211; peças inteiras), é aproximadamente 40 minutos.<br />
Obs : as peças sendo em postas levam aproximadamente 20 minutos</p>
<p><strong>Assando a carne:</strong></p>
<p>Assar, significa expor a carne rápida e diretamente a uma fonte de calor.<br />
A proteína da carne, a albumina, como auto-proteção, coagula-se rapidamente formando uma camada impermeável que bloqueia a saída do sumo. A carne se contrai e fica levemente crestada. As gorduras que não coagulam neste processo, são destiladas e pingam sobre as brasas. É hora de virar o espeto, repetindo tudo de novo.<br />
A temperatura interna da carne aumenta e o sumo não se perde. A água se volatiza.<br />
Quando a carne passa do ponto, fica excessivamente seca, perde água demais.<br />
O tempo que leva um churrasco para assar depende do calor da churrasqueira, das carnes escolhidas, dos cortes, da qualidade do carvão.</p>
<p><strong>As melhores carnes para churrasco:</strong></p>
<p><strong>Alcatra</strong> : apresenta pouca gordura, que ainda deve ser retirada, deixando-a perfeitamente limpa. Deve ser cozida ao ponto ou mal passada. Como as outras carnes de primeira, não deve ser fatiada e sim cortada em pedaços grossos para ser levada ao prato. É a maneira de manter o ponto por fora, na casquinha, e a suculência por dentro.<br />
<strong>Picanha :</strong> é macia e isto se deve por ser uma carne sem músculos e de alto volume sanguíneo, o que lhe marca o sabor característico. Ela deve ser servida em pedaços grossos e no prato é que se vai cortando em pequenos cubos para comer. O ponto certo da picanha é o malpassado.<br />
<strong>Contra-file :</strong> é macio, tem sabor acentuado, muito suco e dificilmente se erra no ponto. Deve ser servido ao ponto ou mal passado, sob pena de perder o suco e daí o sabor. Para servir, corte em postas de espessura média.<br />
<strong>Maminha ou ponta de alcatra :</strong> deve ser servida malpassada mas aceita ser servida ao ponto e até bem passada.<br />
<strong>Filé mignon :</strong> caracteriza-se por ser uma carne macia e gosto levemente adocicado. Tem presença obrigatória nos melhores restaurantes. Para grelhar deve ser cortado em bifes grossos e servir ao ponto pois a maciez e o sumo se mantém.<br />
<strong>Fraldinha :</strong> é uma carne muito saborosa, boa de assar mas que não é uma carne popular. Não deve ser passada demais. É uma carne cheia de gorduras e nervos e é preciso ser muito bem limpa para ir até à grelha.<br />
<strong>Chuleta :</strong> é também uma carne saborosa mas às vezes fica dura ao ser assada. Seu ponto certo é o malpassado.  É entremeada de gordura, que a mantém suculenta.<br />
<strong>Costela :</strong> é a carne mais típica do churrasco. Para os churrasqueiros, churrasco é sinônimo de costela.<br />
Antigamente fazia-se churrasco só de costela e de alguns anos para cá é que foram introduzidos outros tipos de carne. Ela só deve ir ao fogo quando estiver bem limpa, isto é : carne à vista de um lado e osso de outro. A costela deve sempre ir às brasas com o lado do osso para baixo.  Somente quando esta parte mostrar-se bem assada é que se deve virar o espeto. Serve-se ao ponto.<br />
Além do churrasco tradicional, usa-se no Brasil outros tipos de carne como a de porco, ovelha, frango e peixe, além da linguiça, coração de galinha, etc.</p>
<p><strong>O Mapa do Boi (Cortes para Churrasco): </strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.posto7.com.br/receitachurrasco600x452.jpg" alt="" width="486" height="366" />1. Pescoço<br />
2. Acém<br />
3. Peito<br />
4. Braço / Paleta<br />
Quarto Trazeiro<br />
5. Fraldinha<br />
6. Ponta de Agulha<br />
7. Filet Mignon<br />
8. Filet de Costela<br />
9. Contrafilet ou Filet de Lombo<br />
10. Capa de Filet<br />
11. Alcatra<br />
12. Patinho<br />
13. Coxão Duro<br />
14. Coxão Mole<br />
15. Lagarto<br />
16 e 17. Músculo<br />
18. Aba de Filet (vazio)<br />
19. Maminha<br />
20. Picanha<br />
21. Cupim</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Opção de Entrada: Mussarela de búfala marinada com iogurte</title>
		<link>http://buenavistasc.wordpress.com/2009/08/24/opcao-de-entrada-mussarela-de-bufala-marinada-com-iogurte/</link>
		<comments>http://buenavistasc.wordpress.com/2009/08/24/opcao-de-entrada-mussarela-de-bufala-marinada-com-iogurte/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 22:44:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[entrada]]></category>
		<category><![CDATA[iogurte natural]]></category>
		<category><![CDATA[limao]]></category>
		<category><![CDATA[mussarela de bufala]]></category>

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		<description><![CDATA[Mussarela de búfala marinada com iogurte
Ingredientes:
200 gramas de iogurte natural
300 ml de creme de leite fresco
Sal e pimenta do reino branca
Suco de 02 limões
Raspas de 02 limões (apenas a parte verde)
½ xícara de manjericão fresco picado
100ml de azeite extra virgem
500 gramas de mussarela de búfala bolinha (pequena)
01 colher de chá de pimenta rosa
Pimenta calabresa (a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=buenavistasc.wordpress.com&blog=1395184&post=130&subd=buenavistasc&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong>Mussarela de búfala marinada com iogurte</strong></p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.paodeacucar.com.br/listas/receita_aniversario_mussbuf.jpg" alt="" width="109" height="124" /><strong>Ingredientes:</strong></p>
<p>200 gramas de iogurte natural<br />
300 ml de creme de leite fresco<br />
Sal e pimenta do reino branca<br />
Suco de 02 limões<br />
Raspas de 02 limões (apenas a parte verde)<br />
½ xícara de manjericão fresco picado<br />
100ml de azeite extra virgem<br />
500 gramas de mussarela de búfala bolinha (pequena)<br />
01 colher de chá de pimenta rosa<br />
Pimenta calabresa (a gosto)<br />
Pimenta moída na hora<br />
Hortelã fresca<br />
Folhas de manjericão</p>
<p><strong>Modo de Preparo: </strong></p>
<p>A beleza desta receita é a simplicidade. Misture bem e cuidadosamente todos os ingredientes da marinada e coloque numa tigela. Corte as mussarelas de búfala ao meio e coloque-as na marinada. Deixe marinando por no mínimo uma hora.</p>
<p>Finalização e Decoração:<br />
Sirva em porções individuais ou em torradinhas</p>
<p>Dica:<br />
Qualquer tipo de prato ou ingrediente que for marinado ganha mais sabor quando fica por mais tempo marinando. Portanto, prepare o prato com antecedência e surpreender seus convidados. Mantenha na geladeira até o momento que o aperitivo for servido.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/buenavistasc.wordpress.com/130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/buenavistasc.wordpress.com/130/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/buenavistasc.wordpress.com/130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/buenavistasc.wordpress.com/130/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/buenavistasc.wordpress.com/130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/buenavistasc.wordpress.com/130/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/buenavistasc.wordpress.com/130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/buenavistasc.wordpress.com/130/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/buenavistasc.wordpress.com/130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/buenavistasc.wordpress.com/130/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=buenavistasc.wordpress.com&blog=1395184&post=130&subd=buenavistasc&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<media:content url="http://www.paodeacucar.com.br/listas/receita_aniversario_mussbuf.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>A produção do Whisky</title>
		<link>http://buenavistasc.wordpress.com/2009/08/22/a-producao-do-whisky/</link>
		<comments>http://buenavistasc.wordpress.com/2009/08/22/a-producao-do-whisky/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 06:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[whisky]]></category>

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		<description><![CDATA[
Para se obter o whisky são necessárias                  várias etapas: maltagem, moagem, maceração, fermentação,                  destilação e envelhecimento.
Maltagem: 
A cevada é mergulhada em [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=buenavistasc.wordpress.com&blog=1395184&post=127&subd=buenavistasc&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="margin:10px;"><img class="aligncenter" src="http://www.cladowhisky.com.br/images/barril-whisky.jpg" alt="" width="350" height="263" /></p>
<p style="margin:10px;">Para se obter o whisky são necessárias                  várias etapas: maltagem, moagem, maceração, fermentação,                  destilação e envelhecimento.</p>
<p style="margin:10px;"><strong>Maltagem: </strong></p>
<p style="margin:10px;">A cevada é mergulhada em água fria de 48 a                  60 horas. O grão estufa e na seqüência é espalhado em finas                  camadas por uma superfície plana. Remexe-se o cereal                  continuamente, homogeneizando a temperatura dos que ficam                  embaixo com os de cima.</p>
<p style="margin:10px;">Quando os brotos do malte começam a                  crescer, sabe-se que os níveis de açúcar contidos no cereal                  estão no ponto certo. Nesse momento é preciso secá-lo antes que                  cresça mais. Nesse estágio, o cereal é denominado de malte                  verde.</p>
<p style="margin:10px;">O cereal é secado no forno com o vapor                  quente originado do fogo provocado na parte inferior. A turfa é                  acrescentada a esse fogo, agregando um sabor defumado ao malte.</p>
<p style="margin:10px;"><strong>Moagem: </strong></p>
<p style="margin:10px;">Para extrair a maior quantidade de                  substâncias fermentáveis dos cereais, os grãos são esmagados                  utilizando-se martelos hidráulicos ou moendas rolantes. Quanto                  mais fina for a farinha obtida, mais álcool se obterá.</p>
<p style="margin:10px;"><strong>Maceração: </strong></p>
<p style="margin:10px;">A farinha é colocada em infusão na água                  quente, operação que libera o açúcar da cevada e forma um                  líquido denominado mosto. O processo é realizado em um grande                  destilador circular de aço inoxidável.</p>
<p style="margin:10px;">Nas destilarias de malte, o líquido obtido                  escorre pelas estreitas fendas do tonel de trituração, fazendo a                  separação do mosto e dos sólidos. O mosto vai para a fermentação                  e os sólidos são retirados e usados como ração de gado.</p>
<p style="margin:10px;"><strong>Fermentação:</strong></p>
<p style="margin:10px;">É a fase em que se acrescenta lêvedo ao                  mosto, que está mantido a uma temperatura de cerca de 70ºC, em                  grandes recipientes de madeira ou aço inoxidável. O lêvedo                  começa a fermentar e a mistura libera gás carbônico e espuma.</p>
<p style="margin:10px;">Para que a espuma não transborde, as                  destilarias usam tampas e uma pá rotativa. O açúcar é                  transformado em álcool que, em um período de 40 a 72 horas,                  produz uma bebida fermentada doce, quente e turfosa, com um grau                  alcoólico entre 8 e 9%.</p>
<p style="margin:10px;"><strong>Destilação: </strong></p>
<p style="margin:10px;">Através de tubos, a bebida fermentada vai                  para os alambiques para passar por duas destilações. O                  destilado, chamado de vinho baixo, possui cerca de 20% de álcool                  e está pronto para o segundo alambique.</p>
<p style="margin:10px;">O alambique de segunda destilação é menor.                  As várias formas de alambique determinam a composição e o sabor                  final do destilado. Aplica-se calor no alambique de segunda                  destilação e os vinhos baixos fervem, condensando e recolhendo                  os vapores.</p>
<p style="margin:10px;">Não se aproveita toda a porção destilada.                  Somente a parte do meio é encaminhada para o recebedor de                  bebidas. Nesse momento o destilado chega a ter 68% de álcool e                  ao final da destilação esse nível vai diminuindo. As partes                  voltam para a lavagem seguinte até atingirem o ponto ideal.</p>
<p style="margin:10px;">A bebida que resulta da segunda destilação                  é totalmente incolor. É acrescentada mais água pura até chegar a                  63,5% de álcool. O destilado está ponto para o envelhecimento em                  tonéis de carvalho, onde adquirirá cor e sabor característicos.</p>
<p style="margin:10px;">processo de producao de                  whiskyEnvelhecimento:</p>
<p style="margin:10px;">Pelo longo tempo que o whisky fica                  envelhecendo nos barris, a bebida absorve o ar e perde algum                  volume e força. Para os escoceses, essa perda, cerca de 2% do                  conteúdo dos barris, representa a parte destinada ao felizardo                  &#8220;anjo&#8221;.</p>
<p style="margin:10px;" align="center"><strong>Fatores                  Naturais para a produção de Whisky</strong></p>
<p style="margin:10px;">Os                  deuses da natureza colocaram cinco importantes atributos, com                  muito carinho, nas regiões da Escócia: água, cevada, clima,                  turfa e urze. E esses cinco atributos é que fazem do Scotch                  Whisky uma dádiva exclusiva desse país.</p>
<p style="margin:10px;">fatores naturais da escocia para a                  producao de whisky Água:</p>
<p style="margin:10px;">Sem água não haveria Whisky. É o único                  elemento não-negociável. E na Escócia existem mais de 100 mil                  fontes de água puríssima e límpida, todas ideais para a                  fabricação do whisky.</p>
<p style="margin:10px;">As melhores destilarias estão situadas em                  regiões onde a incidência de chuvas é acentuada. Os destiladores                  aprenderam a reverenciar a chuva. Afinal, ela é o ponto de                  partida para a produção do whisky.</p>
<p style="margin:10px;">As águas que gozam de maior prestígio na                  Escócia são as que se encontram na Ilha de Islay. Essas águas                  percorrem longas extensões de turfa pantanosa que, impregnadas                  desse elemento, se tornam especiais para a fabricação de whisky.</p>
<p style="margin:10px;">fatores naturais da escócia para a                  produção de whiskyCevada:</p>
<p style="margin:10px;">Os antigos egípcios já utilizavam a cevada                  na fabricação da cerveja, mas existem histórias de que esse                  cereal já era cultivado pelo homem entre 5 e 10 mil anos atrás.</p>
<p style="margin:10px;">Clima:</p>
<p style="margin:10px;">A Escócia tem as condições climáticas                  ideais para a produção de whisky. A temperatura e a umidade                  provenientes das chuvas colaboram para seu envelhecimento.</p>
<p style="margin:10px;">melhores fatores para o scotch                  whiskyTurfa:</p>
<p style="margin:10px;">Há milhões de anos, nas terras onde hoje é                  a Escócia, existia uma grande floresta densa. Com o tempo, as                  árvores, arbustos e flores dessa floresta foram se decompondo, o                  que fez surgir um material orgânico chamado turfa.</p>
<p style="margin:10px;">A turfa é inflamável e seu fogo produz                  poucas labaredas e muita fumaça. Utilizada no processo de                  secagem do malte, essa fumaça se impregna na cevada e dá um                  sabor característico de defumado.</p>
<p style="margin:10px;">Urze:</p>
<p style="margin:10px;">Típicas dos campos montanhosos da Escócia,                  as urzes, conhecidas também como Heather, são pequenos arbustos                  com florzinhas coloridas e perfumadas. A água da chuva escorre                  pelas urzes, se impregna de perfume e escorre sobre a turfa,                  proporcionando aromas e sabores muito especiais.</p>
<p style="margin:10px;">Fonte: <a href="http://www.cladowhisky.com.br" target="_blank">Clã do Whisky.</a></p>
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		<media:content url="http://www.cladowhisky.com.br/images/barril-whisky.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Receitas de Pizzas Diferentes</title>
		<link>http://buenavistasc.wordpress.com/2009/08/20/receitas-de-pizzas-diferentes/</link>
		<comments>http://buenavistasc.wordpress.com/2009/08/20/receitas-de-pizzas-diferentes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 04:14:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[arroz]]></category>
		<category><![CDATA[exoticas]]></category>
		<category><![CDATA[pizza chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[pizzas]]></category>
		<category><![CDATA[polenta]]></category>
		<category><![CDATA[salsicha]]></category>

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		<description><![CDATA[Minipizza doce

Ingredientes:
.150 g de chocolate meio amargo
.1/2 lata de creme de leite
.3 colheres (sopa) de Nutella®
.6 discos de minipizza comprados prontos
.18 morangos cortados em quatro
.bolinhas de chocolate ao leite e branco a gosto para decorar
Modo de preparo:
Derreta o chocolate em banho-maria. Acrescente o creme de leite, a Nutella® e misture bem. Asse as minipizzas até [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=buenavistasc.wordpress.com&blog=1395184&post=123&subd=buenavistasc&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong>Minipizza doce</strong></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://mdemulher.abril.uol.com.br/imagem/culinaria/interna-slideshow/receita-minipizza-doce.jpg" alt="" width="495" height="250" /></p>
<h3>Ingredientes:</h3>
<p>.150 g de chocolate meio amargo<br />
.1/2 lata de creme de leite<br />
.3 colheres (sopa) de Nutella®<br />
.6 discos de minipizza comprados prontos<br />
.18 morangos cortados em quatro<br />
.bolinhas de chocolate ao leite e branco a gosto para decorar</p>
<h3>Modo de preparo:</h3>
<p>Derreta o chocolate em banho-maria. Acrescente o creme de leite, a Nutella® e misture bem. Asse as minipizzas até dourarem.  Deixe amornar. Espalhe o creme de chocolate e Nutella® sobre os discos de minipizza e distribua os morangos por cima. Decore com as bolinhas de chocolate. Sirva em seguida.</p>
<p><strong>Pizza enrolada</strong></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://mdemulher.abril.uol.com.br/imagem/culinaria/interna-slideshow/Pizza-enrolada.jpg" alt="" width="495" height="250" /></p>
<h3>Ingredientes</h3>
<p><strong>Massa</strong><br />
· 1 tablete de fermento biológico<br />
(15 g)<br />
· 1/2 xícara (chá) de leite morno<br />
· 1 ovo<br />
· 2 colheres (sopa) de margarina<br />
· 2 e 1/4 xícaras (chá) de farinha de trigo<br />
· Sal a gosto<br />
. 1 gema para pincelar a massa antes de assar</p>
<p><strong>Recheio</strong><br />
· 200 g de ricota<br />
· 100 g de mussarela<br />
· 100 g de presunto<br />
· 1/2 xícara (chá) de azeitonas verdes picadas<br />
· Sal e orégano a gosto</p>
<h3>Modo de preparo</h3>
<p><strong>Massa<br />
</strong>Em um recipiente, dissolva o fermento no leite morno. Misture o ovo, a margarina, o sal e aos poucos coloque a farinha. Trabalhe a massa até ficar homogênea. Deixe descansar até dobrar de volume.</p>
<p><strong>Recheio<br />
</strong>No processador, passe rapidamente a ricota, a mussarela e o presunto. Misture a azeitona, o sal e o orégano. Abra a massa em uma superfície enfarinhada em forma de retângulo. Recheie e enrole como um rocambole. Coloque em uma assadeira e deixe descansar por mais 20 minutos. Pincele a gema e leve para assar no forno preaquecido a 200ºC durante 30 minutos ou até dourar.</p>
<p><strong>Dica: </strong>Coloque uma colher de sopa de água na gema batida para pincelar massas. O dourado ficará mais fácil de pincelar o dourado ficará mais uniforme.</p>
<p><strong>Pizza de Panela de Pressão</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://mdemulher.abril.uol.com.br/imagem/culinaria/interna-slideshow/Pizza-de-panela-de-pressao.jpg" alt="" width="495" height="250" /></p>
<h3>Ingredientes</h3>
<p><strong>Massa<br />
</strong>· 1/2 kg de farinha de trigo<br />
· 1 fermento fresco para pão<br />
· 1 pitada de açúcar<br />
· 1 copo (americano) de água<br />
· 1 ovo<br />
· 3 colheres (sopa) de óleo<br />
· 1 colher (café) de sal<br />
· Azeite a gosto</p>
<h3>Modo de preparo</h3>
<p>Ponha a farinha em uma tigela, faça um buraco no meio e ponha o fermento, o açúcar, metade da água, o ovo, o óleo e o sal. Misture e junte mais água, se necessário, até a massa dar ponto para abrir. Divida a massa em 6 partes e deixe-as crescer por 1 hora.</p>
<p>Abra a massa em discos bem finos. Regue com um fio de azeite o fundo da panela de pressão e disponha a pizza. Pincele com o molho, espalhe a mussarela, o tomate e a azeitona e polvilhe com o orégano. Tampe a panela e cozinhe por 7 minutos. Desligue o fogo e espere acabar a pressão. Sirva em seguida, regada com um fio de azeite.</p>
<p><strong>Dica: </strong>Incremente o recheio e use aliche e tomate seco.</p>
<p><strong>Minipizza com Massa de Arroz</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://mdemulher.abril.uol.com.br/imagem/culinaria/interna-slideshow/receita-minipizza-massa-arroz.jpg" alt="" width="495" height="250" /></p>
<h3>Ingredientes</h3>
<p><strong>Massa:</strong><br />
. 1 xícara (chá) de arroz cozido<br />
. 4 claras<br />
. 1/2 xícara (chá) de leite<br />
. 1 colher (sopa) de óleo<br />
. 4 colheres (sopa) de farinha de trigo<br />
. 1 colher (chá) de fermento em pó<br />
. Óleo para untar.</p>
<p><strong>Recheio:<br />
</strong>. 2 xícaras (chá) de mussarela ralada<br />
. 2 tomates sem sementes cortados em cubos<br />
. Sal a gosto<br />
. Orégano a gosto<br />
. Azeite a gosto</p>
<h3>Modo de preparo</h3>
<p>Aqueça o forno a 200ºC. No liquidificador, bata o arroz, as claras, o leite, o óleo, a farinha e o fermento até ficar uma mistura homogênea. Com um pouco de óleo, unte uma frigideira pequena e aqueça bem. Despeje uma porção de massa formando um círculo. No fogo baixo, deixe dourar dos dois lados. Repita a operação até acabar a massa. Sobre cada disco coloque uma porção de mussarela, uma de tomate e tempere com sal, orégano e azeite. Coloque as minipizzas em uma assadeira e leve ao forno até a mussarela se derreter. Sirva em seguida.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Pizza Frita de Salsicha</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://mdemulher.abril.uol.com.br/imagem/culinaria/interna-slideshow/receita-pizza-frita-salsicha.jpg" alt="" width="495" height="250" /></p>
<h3>Ingredientes</h3>
<p><strong>Massa: </strong><br />
. 4 xícaras (chá) de farinha de trigo<br />
. 1/2 tablete de fermento biológico<br />
. 1 colher (chá) de açúcar<br />
. 2 colheres (sopa) de azeite<br />
. 250 ml de água<br />
. Sal a gosto<br />
. Óleo para fritar</p>
<p><strong>Recheio:<br />
</strong>. 1 colher (sopa) de azeite<br />
. 1 cebola picada<br />
. 6 tomates sem pele e sementes picados<br />
. Sal e pimenta a gosto<br />
. 6 salsichas cortadas em rodelas<br />
. 200g de mussarela ralada grossa<br />
. 1/2 xícara (chá) de queijo parmesão ralado<br />
. Folhas de manjericão a gosto<br />
. 2 alhos cortados em lascas</p>
<h3>Modo de Preparo</h3>
<p>Em uma tigela dissolva o fermento no açúcar. Junte a farinha de trigo, o azeite, a água e o sal. Trabalhe a massa até soltar das mãos e ficar lisa. Cubra com um pano e deixe descansar até dobrar de volume. Divida a massa em 16 bolas e deixe descansar por mais 30 minutos. Reserve.</p>
<p><strong>RECHEIO:</strong> Em uma panela, aqueça o azeite, doure a cebola e junte o tomate. Tempere com o sal, a pimenta e deixe cozinhar até começar desmanchar. Desligue o fogo e deixe esfriar. Com um rolo abra as massas em círculos e frite-os em óleo bem quente até dourar dos dois lados. Coloque sobre papel toalha para retirar o excesso de gordura. No óleo quente frite as lascas de alho.</p>
<p>Sobre cada pizza, distribua uma porção de molho, as rodelas de salsicha, a mussarela, as folhas de manjericão, as lascas de alho e o parmesão, e regue com um fio de azeite. Leve ao forno preaquecido até derreter a mussarela. Sirva em seguida.</p>
<p><strong>Dicas: </strong>As pizzas fritas podem ser guardadas em uma lata bem fechada durante 3 dias. Na hora de servir, coloque o recheio e leve ao forno.</p>
<p><strong>Pizza com Massa de Polenta</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://mdemulher.abril.uol.com.br/imagem/culinaria/interna-slideshow/receita-pizza-polenta.jpg" alt="" width="495" height="250" /></p>
<h3>Ingredientes</h3>
<p>. 3 xícaras (chá) de água<br />
. 1 e 1/2 xícara (chá) de farinha de milho<br />
. 1 pitada de sal<br />
. 2 colheres (sopa) de azeite<br />
. 1 cebola fatiada<br />
. 1 xícara (chá) de molho de tomate<br />
. 1/4 xícara (chá)de azeitonas pretas fatiadas<br />
. 100 g de lingüiças defumadas em fatias finas<br />
. 100 g de mussarela ralada no ralo grosso</p>
<h3>Modo de preparo</h3>
<p>Ferva metade da água. Enquanto isso misture em uma tigela o restante com a farinha de milho e o sal. Despeje essa mistura na panela com a água fervente, mexendo sem parar. Cozinhe até engrossar. Despeje em uma fôrma de pizza untada e faça uma camada uniforme. Na beirada, faça uma borda fina. Asse em forno médio preaquecido por 15 minutos. Aqueça o azeite, junte a cebola e refogue. Espalhe o molho sobre a massa de polenta e distribua o refogado de cebola, a lingüiça e as azeitonas. Polvilhe a pizza com a mussarela e asse em forno médio preaquecido por cerca de 15 minutos.</p>
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		<title>O Vinho Top</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 22:36:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[os melhores vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[vinho top]]></category>

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		<description><![CDATA[O VINHO TOP
por Eduardo Viotti
fotos: Divulgação
Como e por que certos vinhos são melhores que outros? O que destaca um grande vinho de um produto ordinário?
O que faz o produtor para obter, na mesma casa vinícola, grandes vinhos e vinhos correntes?
Há diferentes abordagens para definir o que é um vinho premium e por que  um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=buenavistasc.wordpress.com&blog=1395184&post=118&subd=buenavistasc&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span><span style="color:#663300;">O VINHO TOP<br />
por Eduardo Viotti<br />
fotos: Divulgação</span></span></p>
<p><img src="http://www.vinhomagazine.com.br/img/71/linha_premium1.jpg" alt="" hspace="3" vspace="3" width="200" height="133" align="right" /><span style="font-style:italic;">Como e por que certos vinhos são melhores que outros? O que destaca um grande vinho de um produto ordinário?<br />
O que faz o produtor para obter, na mesma casa vinícola, grandes vinhos e vinhos correntes?</span></p>
<p>Há diferentes abordagens para definir o que é um vinho premium e por que  um determinado vinho é um topod e gama.</p>
<p>Vamos tentar traçar as diferenças principais entre vinhos comuns e vinhos de alta gama, e a razão de ser para elas existirem Vamos tentar traçar as diferenças principais e a razão de ser para elas existirem.</p>
<p>Vamos também tentar definir por que, em determinada situação, um vinho se destaca.</p>
<p><span style="font-weight:bold;"> RAZÕES DE ORDEM TÉCNICA</span><br />
A principal diferença é de ordem técnica.</p>
<p>A elaboração de um vinho de alta qualidade começa na escolha das mudas, do porta-enxerto, da irrigação, do lote de terreno e de seu microclima.</p>
<p>Todo o processo de manejo do vinhedo, de colheita, vinificação e amadurecimento do vinho também se diferencia quando se direciona à obtenção de alta qualidade.</p>
<p><span style="font-weight:bold;"> NO VINHEDO</span><br />
O vinho de elevada qualidade provém de um clone especialmente selecionado de uma determinada variedade de uva. Assim, nem todas as videiras de Cabernet Sauvignon, por exemplo, são iguais.</p>
<p>Há infinitas possibilidades e o agrônomo deve escolher o clone que mais se adapta ao seu terroir na hora de plantar a vinha.</p>
<p>Além da seleção clonal (ou basal) da videira, é preciso tomar em conta a escolha do “cavalo”, o porta-enxerto (rootstock).</p>
<p>Cada tipo fornece raízes que alimentarão a vide de maneira diversa. Além disso o porta-enxerto deve estar de acordo com as características de solo e de microclima do vinhedo.</p>
<p>Videiras mais velhas quase sempre oferecem uvas com maior concentração que videiras novas, em parte porque apresentam produção muito mais reduzida.</p>
<p>O terreno de onde irá sair o melhor vinho também deve ser selecionado dentro da propriedade, com as melhores condições possíveis de exposição ao sol. No hemisfério sul a melhor exposição é obtida com inclinações voltadas para a face norte (face sul no hemisfério norte).</p>
<p>Um ponto bafejado por bons ventos é desejável.</p>
<p>O lote para o vinhedo top deve também ser escolhido pelas suas características de drenagem, baixa fertilidade, profundidade e composição do solo, dando preferências aos solos calcários, arenosos e pedregosos em lugar dos argilosos.</p>
<p>Fundamental é a escolha adequada do sistema de condução das videiras, que garante perfeita insolação, ventilação entre as plantas e menor ocorrência de doenças fúngicas nas plantas e frutas.</p>
<p>Atualmente o sistema de condução mais utilizado para vinhos nobres é o de espaldeira (uma cerca de arame farpado sem as farpas), com a planta sendo plantada em forma de T baixo, com um cordão para cada lado e três ramos na vertical em cada cordão.</p>
<p>Há inúmeros outros sistemas de condução da vide, como a latada, pérgola ou caramanchão, a lira (Y), a manjedoura (V), a cruzeta (T) e o enforcado (em desuso). É importante que a condução garanta a insolação das frutas e a boa ventilação, que dificulta o surgimento de doenças fúngicas.</p>
<p>Um sistema de irrigação adequado, quando permitido pela legislação local, também deve ser previsto, mesmo que sua utilização não seja necessária todos os anos, apenas nos mais secos. O mais utilizado é o por gotejamento, que também pode servir para a fertilização líquida.</p>
<p><span style="font-weight:bold;"> O MANEJO</span><br />
Para obter um vinho de elevada qualidade é preciso pensar que as características desejáveis da fruta não devem estar diluídas em muita água. Ao contrário, quanto mais concentrado for o mosto obtido, melhor.</p>
<p>Bem, você sabe, mosto é o suco das uvas mais as partes sólidas da fruta, em conjunto. Assim, inclui polpa, cascas e sementes, por exemplo, que não estão presentes no suco de uva.</p>
<p>As podas, realizadas na hora certa (tanto a seca, no outono/inverno, quanto a poda verde, na primavera, para eliminar o excesso de vegetação) são garantia de qualidade e de redução da produtividade da videria, garantia de frutas mais concentradas em açúcar e extratos.</p>
<p><img src="http://www.vinhomagazine.com.br/img/71/linha_premium2.jpg" alt="" width="160" height="241" align="left" />Para obter concentração é preciso fazer com que a videira direcione toda a seiva que conseguir sintetizar para um menor número de cachos de uva. Isso significa, certas vezes, fazer o raleio, que é, nada menos, que jogar fora cachos em excesso, já brotados.</p>
<p>Essa é uma das razões pelas quais, quase sempre, os vinhos feitos com uvas próprias, do mesmo vinicultor que vai elaborar o vinho, é superior ao feito pelo produtor que compra uvas de diversos viticultores, vizinhos ou cooperativados.</p>
<p>A colheita dever ser atenta, cuidadosa e manual.</p>
<p>De preferência, para vinhos Top, deve ser feita nas primeiras horas da manhã, com a temperatura ainda bem baixa.</p>
<p>Colheita a máquina nunca permite a mesma qualidade que a manual, porque sempre provoca a queda de maior número de folhas e galhinhos, além do que não permite a seleção de cachos verdes, danificados ou mofados (muito comuns), frequentemente deixados no pé.</p>
<p>Para vinhos Top, o ideal é que a colheita seja feita em caixas de pequeno volume, para que o peso das uvas de cima não esprema as de baixo e a fermentação (indesejada) se inicie antes do ideal.</p>
<p>As uvas devem estar maduras. Parece óbvio, mas não é.</p>
<p>Imagine-se um produtor que vende sua produção por quilo ao vinificador.</p>
<p>A estação fria começa a se aproximar, com o frio do outono se antecipando para abril, até final de março. Uma só chuva de granizo pode ser uma brutal perda de produção.</p>
<p>Uma geada pode ser o fim do trabalho de um ano inteiro. Você certamente faria o que tantos produtores fazem, especialmente em zonas frias: colheria as uvas, mesmo que ainda não estivessem totalmente maduras.</p>
<p>Mais uma razão para os grandes vinhos virem de vinhedos próprios, em que pelo preço final do vinho e não da uva vale a pena arriscar e buscar a maturação fenólica vale até baixar a produção das videiras.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">A VINIFICAÇÃO</span><br />
Assim que as uvas chegam à cantina de vinificação, devem passar por uma ou uma sequência de mesas (esteiras) de seleção, em que pedaços de ramos, folhas, gavinhas e uvas podres ou verdes são removidas manualmente.</p>
<p>Vinhos baratos, comuns, são vinificados com tudo isso dentro e não é raro encontrarmos neles aromas de mofo; a acidez de uvas verdes; e os taninos agressivos dos ramos de madeira em vinhos simples, como você sabe.</p>
<p>Selecionados os cachos, ocorre o desengace e o esmagamento das uvas.</p>
<p>Um vinho Top raramente recebe o vinho de prensa, ou seja, o suco que é extraído sob alta pressão.</p>
<p>Esse, quase sempre, é destinado a vinhos mais ordinários ou para destilação.</p>
<p>Dá-se, quando se quer alta qualidade, preferência ao mosto flor, extraído sem pressão ou com mínima pressão, incapaz de romper e desintegrar as cascas das uvas.</p>
<p>Romper as sementes é pecado mortal e compromete para sempre a qualidade dos taninos daquele vinho. A prensa para bons vinhos deve ser “cuidadosa”, manuseada com atenção e muito carinho. Esta é a palavra chave.</p>
<p>Antes de iniciar-se a fermentação, é considerável promover uma maceração pré-fermentativa, em que o suco fica em contato com a parte sólida do mosto e é a ela misturado, para enriquecer-se de extrato e taninos frutados.</p>
<p>Hoje em dia, para promover a fermentação alcoólica (ou tumultuosa) é possível escolher a levedura capaz de antecipar características do vinho.</p>
<p>Assim, há leveduras selecionadas para dar origem a vinhos de guarda; para originar vinhos extremamente frutados e joviais; para proporcionar o surgimento de aromas complexos e requintados, e assim por diante.</p>
<p>Nessa fase, a da fermentação inicial, é importante, quando se pensa em qualidade, controlar a temperatura.</p>
<p>A fermentação é uma reação bioquímica que transforma açúcar em gás carbônico e etanol, gerando calor.</p>
<p>O calor gerado, quando descontrolado, pode ser fatal para a delicadez e a complexidade de um vinho, matando os aromas de fruta e dando-lhe aromas de legumes cozidos, sopa de vegetais etc.</p>
<p>Pode chegar até a interromper a fermentação antes da hora certa.</p>
<p>Os bons tanques de fermentação têm trocadores de calor por dentro ou ao redor. A temperatura é sempre monitorada e baixa quando se quer um Top.</p>
<p>Para um tinto de boa concentração, advém então a maceração pós-fermentativa, em que o vinho fica em contato com as massas e a elas é mesclado continuamente, por pigeage (a mistura manual entre o sólido e o líquido) ou bombeamento do vinho sobre o chapéu (a massa que bóia).</p>
<p>Há certos componentes importantes, como alguns taninos, que são solúveis em álcool, e essa é a hora de adquiri-los.</p>
<p>Um vinho de alta qualidade não deveria usar sucedâneos da barrica de carvalho (comuns em vinhos mais modestos), tais como o carvalho em pó, em lascas (chips) ou em tábuas (aduelas).</p>
<p>Deveria, isso sim, usar barricas, e das boas. É o que geralmente acontece. A integração dos aromas de madeira e tostados é melhor.</p>
<p>O estágio em carvalho deve ser cuidadosamente planejado e acompanhado pelo enólogo.</p>
<p>Em primeiro lugar, o vinho deve ter estrutura tânica e alcoólica para suportar a influência do carvalho e da tosta sem ceder a ela. Em segundo lugar, o enólogo tem que saber a hora certa de tirar o vinho da barrica, para que ele se mantenha íntegro e equilibrado.</p>
<p>O bom vinho ganha com a madeira, mas deve manter seus aromas primários, de fruta e solo, predominantes sobre a baunilha, o coco, o tostado.</p>
<p>Para um vinho que se pretende Top, também é necessário haver um certo estágio em garrafa, numa adega fria e silenciosa, para que os diversos elementos aromáticos e gustativos que o compõem se integrem adequadamente, em um conjunto equilibrado e harmonioso. Bons produtores estagiam seus vinhos por até vários anos em garrafa antes de liberá-los para a venda.</p>
<p><span style="font-weight:bold;"> RAZÕES MERCADOLÓGICAS</span><br />
Nem tudo no vinho é de ordem técnica, graças a Deus! Muito ao contrário, é dos produtos que mais valor agregado inclui ao preço final, ao lado de roupas, acessórios, jóias e automóveis etc.</p>
<p>Há muito tempo todos sabemos discernir a existência de valores (diretamente refletidos no preço) subjetivos nas coisas.</p>
<p>Uma boa e resistente bolsa de couro feita pelo sapateiro ali da esquina pode transportar nossos pertences com a mesma eficiência prática que uma Luis Vuitton, mas…</p>
<p>Uma camisa pólo sem o jacarezinho não proporciona a mesma sensação ao ser usada, ainda que seja de boa qualidade.</p>
<p>Um relógio Casio marca as mesmas 24 horas por dia que um Rolex, Omega ou Cartier… Bem, os preços não são nem mesmo parecidos, como você bem sabe.</p>
<p>Com o vinho, é a mesma coisa.</p>
<p>Há rótulos que falam por si, e a tradição é elemento de composição do preço do produto. Para o renomado crítico norte-americano de vinhos Robert Parker, não há razão técnica para que uma garrafa de vinho custe mais que US$ 10 na vinícola.</p>
<p>Dez dólares! Como você sabe, uma garrafa da última safra do Domaine de la Romanée-Conti, um dos mais caros borgonhas do mundo, custa, ao seu feliz consumidor, cerca de US$ 5 mil.</p>
<p>A questão é: vale a pena? A resposta é difícil, portanto vamos pelo muro: pelas características organolépticas do conteúdo, mesmo que você seja um expert, não vale a pena.</p>
<p>Não mesmo. Não que o vinho não seja bom. É espetacular, mas isso não é dinheiro para vinho&#8230;</p>
<p>Entretanto, se você for um colecionador e gostar de mostrar aos seus amigos suas possibilidades e dar a eles uma dimensão do sucesso que você alcançou profissionalmente, por que não? Não se esqueça de me convidar.</p>
<p><span style="font-weight:bold;"> EUROPA X NOVO MUNDO</span><br />
Na Europa, os vinhos Top eram identificáveis pela lei de denominações de origem e, em alguns países, como a exemplar França, pela classificação dos vinhedos (Crus).</p>
<p>A primeira denominação de origem controlada surgiu com a demarcação da região do Douro pelo Marquês de Pombal, há 250 anos, em 1756, para a produção do vinho do Porto, sob pressão dos consumidores ingleses.</p>
<p>A primeira classificação de vinhedos surgiu em Bordeaux cem anos depois, em 1855.</p>
<p>Na União Européia, como regra geral, há uma escala definida em lei de qualidade: o primeiro nível, mais baixo, começa com o Vinho de Mesa (vin de table, taffelwein, vino da tavola), ao qual podem ser incorporadas uvas de diferentes regiões e procedências e até vinhos comprados a granel.</p>
<p>Seguem-se os vinhos regionais de Indicação Geográfica Típica (IGT), como os vins de pays etc.m em que as uvas devem ser colhidas em uma mesma região. A seguir vêm os de Denominação Controlada ou Appelation Controlée genéricos, Têm o nome de ampla região, como Bordeaux ou Borgonha.</p>
<p>Quanto mais específica e menor for a região, maior é a qualidade.</p>
<p>Assim, Bordeaux é mais geral que Médoc, que é mais genérico que Pauillac, como exemplo.</p>
<p>Alguns países, como a Itália, têm a DOCG, que significa denominação de origem controlada e garantida.</p>
<p>Na Alemanha, há outro critério: a concentração de açúcar no mosto.</p>
<p>Assim, há os Vinhos de Qualidade, depois os Vinhos de Qualidade com Predicados (qualitatswein mit praedicat), que são divididos em Kabinett (reserva ou garrafeira em Portugal), Auslese, Beerenauslese e Trockenbeerenauslese (um espetacular vinho de sobremesa).</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.vinhomagazine.com.br/ed71_04.asp" target="_blank">Vinho Magazine.</a></p>
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		<title>Culinária: Smoothies</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 21:13:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[banana]]></category>
		<category><![CDATA[maca]]></category>
		<category><![CDATA[morango]]></category>
		<category><![CDATA[receitas]]></category>
		<category><![CDATA[smoothies]]></category>

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		<description><![CDATA[Smoothie de Morango e Banana


 Ingredientes:
1 banana
- 1 copo de leite
- 1 copo de iogurte de banana
- 4 morangos grandes
Modo de preparo:
Misture a banana e os morangos com o leite e o iogurte até formar um creme de textura lisa.
Dica: Para aqueles que preferem adicionar um pouco de proteína, como ginko biloba, ou outro tipo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=buenavistasc.wordpress.com&blog=1395184&post=115&subd=buenavistasc&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h2>Smoothie de Morango e Banana</h2>
<div>
<div id="HOTWordsTxt">
<p><img style="float:right;width:98px;height:178px;margin:0 0 10px 10px;" src="http://www.stdalfour.com.au/images/recipe_images/BannanaSmoothie.jpg" border="0" alt="" height="178" /> <strong>Ingredientes</strong>:<br />
1 banana<br />
- 1 copo de leite<br />
- 1 copo de iogurte de banana<br />
- 4 morangos grandes<br />
<strong>Modo de preparo:<br />
</strong>Misture a banana e os morangos com o leite e o iogurte até formar um creme de textura lisa.<br />
Dica: Para aqueles que preferem adicionar um pouco de proteína, como ginko biloba, ou outro tipo é perfeito e combina com essa bebida.</div>
</div>
<div>
<div>
<h2>Smoothie de Manga</h2>
<p><span> </span></div>
<div>
<div id="HOTWordsTxt">
<p><a href="http://img517.imageshack.us/img517/9992/mangosmoothieda7.jpg"><img style="float:left;width:119px;height:174px;margin:0 10px 10px 0;" src="http://img517.imageshack.us/img517/9992/mangosmoothieda7.jpg" border="0" alt="" height="188" /></a> <strong>Ingredientes:</strong><br />
1 manga cortada em cubos grandes<br />
1 banana<br />
Meio copo de iogurte natural<br />
1 copo de suco de laranja<br />
6 cubos de gelo<br />
<strong>Preparo:<br />
</strong>Misture o suco de laranja, o iogurte e a banana até que fique bem misturado. Em seguida adicione os cubos de gelo e a manga, e misture até que fique homogênea. <span style="border-bottom:1px dotted;color:#006600;text-decoration:underline;">Sirva</span> bem gelado.<br />
Dica: Derretem como sorvete</div>
</div>
</div>
<div>
<h2>Smoothie de Frutas Vermelhas</h2>
<p><span> </span></div>
<div id="HOTWordsTxt">
<p><a href="http://i109.photobucket.com/albums/n72/desigirl13/food/strawberismoothie.jpg"><img style="float:right;width:94px;height:155px;margin:0 0 10px 10px;" src="http://i109.photobucket.com/albums/n72/desigirl13/food/strawberismoothie.jpg" border="0" alt="" height="194" /></a> <strong>Ingredientes </strong><br />
- 2 colheres de sopa de framboesa<br />
- 7 morangos<br />
- 1 copo de iogurte natural de 200 g gelado<br />
- 2 sementes de cardamomos<br />
- 1 colher de rasa de açúcar ou 2 saquinhos (5 gotas de adoçante)<br />
- 30 ml de leite<br />
- 1 licor de romã para enfeitar o copo<br />
- 1 gelo<br />
<strong>Preparo:</strong><br />
Bater todos os ingredientes no liquidificador, exceto um morango. Deite o copo e vá girando ao mesmo tempo em que despeja o licor de romã para que fique enfeitado. Coloque a mistura em um copo de 300 ml e enfeite com o morango que sobrou. O ideal é preparar o drink com o iogurte gelado mas se não for possível, adicione um cubo de gelo.</div>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/buenavistasc.wordpress.com/115/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/buenavistasc.wordpress.com/115/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/buenavistasc.wordpress.com/115/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/buenavistasc.wordpress.com/115/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/buenavistasc.wordpress.com/115/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/buenavistasc.wordpress.com/115/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/buenavistasc.wordpress.com/115/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/buenavistasc.wordpress.com/115/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/buenavistasc.wordpress.com/115/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/buenavistasc.wordpress.com/115/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=buenavistasc.wordpress.com&blog=1395184&post=115&subd=buenavistasc&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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