Textos


Gravata – como usar?

A gravata deve ser usada com as duas pontas na altura do furo do cinto. Nunca use por dentro da calça ou sobre a barriga.

Prendedores são elegantes, mas use-os no ponto correto – 20 cm acima da ponta da gravata, prendendo-a à camisa.

Gravatas com fantasias ou listras devem ser usadas, preferencialmente, com camisas lisas. Já as lisas podem ser usadas com camisas com qualquer tipo de desenho no tecido.

Quais são as melhores gravatas?

Existem ótimas gravatas de fibras sintéticas, mas as melhores são as de seda, especialmente as italianas. São famosas por sua qualidade as gravatas da região italiana do lago de Cômo, onde ficam os melhores artesãos do mundo nessa especialidade.

Uma gravata de seda jacquard de Cômo é garantida como uma das melhores no mundo.
fonte: sogravatas

Tradução dos nós mais comuns

* Windsor = Nó (de Gravata) Clássico ou de Windsor

* Half-Windsor = Nó (de Gravata) Duplo ou Semi-Clássico ou Meio-Windsor

* Four-in-Hand = Nó (de Gravata) Simples ou Esportivo

* Bowtie = Gravata Borboleta

Dica

Gravatas só devem ser penduradas sem o nó. Para aumentar a vida de suas gravatas guarde-as sempre lisas (sem nó).

Como fazer os nós mais comuns:

Opção 1:

Opção 2:



 Olá amigos!

Você pensa que “tomar uma gelada” é simples? Como o vinho, a cerveja merece cuidados quanto à guarda e ao serviço. Abaixo algumas dicas. 
Os dez mandamentos da cerveja

1 – As cervejas do tipo pilsen saem prontas da cervejaria. Portanto, não precisam de envelhecimento. Quanto mais cedo consumí-las melhor. Essas cervejas duram em média 90 dias.

2 – Toda cerveja deve ser guardada em pé, em lugar fresco e sem sol, para evitar oxidação prematura.

3 – Depois de gelada a cerveja deve ser consumida. Nunca descongelar e voltar à geladeira.

4 – A cerveja deve resfriar na geladeira sem pressa. Não a coloque no freezer, pois a violência do congelamento prejudica a bebida.

5 – A temperatura ideal para beber as do tipo pilsen é entre 4 e 6 graus. As temperaturas muito baixas prejudicam a formação de espuma e amortece as papilas degustativas.

6 – Copos e canecas de cristal são os ideais, pois mantém melhor a espuma e a temperatura.

7 – Resíduos de gordura no copo são fatais para a bebida, acabando com o colarinho e liberando o gás carbônico, o que deixa o líquido choco.

8 – Dois dedos de espuma são o ideal para reter o aroma e evitar a liberação de gás carbônico.

9 – A espuma revela a persistência e o bom estado da cerveja. Para aproveitá-la melhor, sirva derramando uma dose. Depois, espere baixar o colarinho. Em seguida, incline o copo até uns 45 graus, despejando o líquido devagar enquanto o colarinho sobe.

10 – Uma boa cerveja faz bem à saúde. É rica em vitaminas, carboidratos, proteínas e aminoácidos. Mas lembre-se, beba sempre com moderação.

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Estimados amigos: 

A apple anunciou em fevereiro o lançamento do iPhone, o revolucionário e master-legal celular sem teclado e com tela sensível ao toque. Mas demorou demais para botá-lo à venda. Até junho, quando o telefone chegou às lojas americanas, outras marcas já haviam lançado aparelhos similares. Mas o favorito continua sendo o da “maçã”. O celular da Apple não inovou só trocando teclas e botões pela tela sensível ao toque. Também tem sensores de movimento que atendem a ligação quando percebem o gesto de levar o telefone à orelha e mudam o formato de fotos e vídeos se o telefone for girado 90 graus. Portanto, se preparem para conquistar mais este mimo, pois a correria vai ser grande quando desenbarcar em terras tupiniquins.

iPhone – Apple – Nos EUA: R$ 970 (4GB) e R$1.160 (8GB)

www.apple.com

Saudações Buenavistianas!

Olá amigos!

Cada vez mais temos visto por aí diversas informações sobre apreciação e consumo do vinho. A novela é longa e apresenta muitos personagens. Entre eles temos o “enochato” , o enólogo, o enófilo e o tal do sommelier.

Mas quem é esta figura? De cara, dentro do restaurante, o sommelier parece mais um daqueles funcionários que, como o maitre, estão ali para nos intimidar. Temos a impressão que ele nos olha do fio do cabelo ao bico dos sapatos. Sempre com um meio-sorriso, gestos amplos, aquela fleuma e, o mais importante, o olhar. Sabe aquele olhar onde parece que a pessoa olha além de você? Te avaliando?

Não nos preocupemos com isso. Faz parte do pacote. Se o cara aparecesse com toalha no ombro e palito na boca é que seria o problema. Esta é a visão da superfície. À segunda vista, o que se revela é um profissional do vinho que está ali à nossa disposição. Ele é, ou deveria ser, o responsável pela escolha, compra, guarda, harmonização e serviço do vinho dentro do restaurante. Juntamente com o chef de cozinha, ele avalia os pratos do cardápio e sugere as harmonizações ou combinações entre o vinho e a comida. Também deve estar atento a todos os passos do serviço do vinho: guarda, manutenção em temperaturas adequadas, escolha das taças, apresentação, abertura da garrafa e oferecimento aos clientes.

Os bons restaurantes (vários aqui em Goiânia) trabalham com este profissional. Quando num destes estabelecimentos, não devemos nos intimidar diante do sommelier, em nenhuma situação. Se a pessoa tiver algum conhecimento sobre vinhos e conhecer um ou mais dos rótulos oferecidos pela casa , pode-se fazer a escolha do vinho que melhor lhe aprouver. O bom profissional, em caso de discordância da escolha do cliente, poderá sugerir, gentilmente, outra alternativa. Contudo, se o cliente nada entende do assunto, ou se sente intimidado em fazer uma escolha, deve-se solicitar uma indicação do sommelier, relatando seus gostos pessoais, o que deseja comer, e muitíssimo importante, até quanto deseja gastar com a bebida. Sem medo de errar.

Nosso compromisso deve ser com o os momentos de prazer que um bom restaurante pode nos proporcionar. Se pudermos contar com um bom sommelier, melhor ainda.

Obs.: Existe por aí o tipo perigoso: sommelier/ “enochato” . Aí não tem solução. É melhor procurar o cara da toalha no ombro.

Até!

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Caros amigos:

Gostaria de colocar aqui minha opinião sobre este “novo” costume que é a arte da degustação de vinhos. Digo novo, pois até bem pouco tempo atrás não tínhamos este costume enraizado entre as nossas preferências, já que a “loira gelada” é a unanimidade entre os milhões de consumidores nacionais. A abertura dos mercados, a melhoria das relações comerciais e a estabilidade econômica que estamos desfrutando, permitiu ao consumidor brasileiro uma oportunidade única de experimentar excelentes vinhos de todos os cantos do mundo a preços convidativos. E é aí que entra o “enochato”. Este cidadão, normalmente com o cabelo muito bem cortado e com gel, barba feita, camisa abotoada até o último botão da gola, sapato bem engraxado, se apresenta aos colegas como um exíminio conhecedor da “fermentação alcóolica da fruta oriunda da Vitis Vinífera Européia, já que a a Vitis Vinífera Americana não produz vinhos com padrões internacionais”, inibindo ou mesmo chateando os colegas com os seus conhecimentos oriundos da leitura de uma coluna de sexta-feira de um jornal local. Para beber vinho, não é preciso destes conhecimentos. Basta a vontade de se reunir com dois ou mais e desfrutar de momentos de alegria, satisfação e porque não dizer, de cometer os “pecados da gula”. A nossa grande vantagem em relação aos demais mercados é a de que como não temos tradição vitivinícola, principlamente a de produção de vinhos tintos, podemos degustar uma ampla carta de vinhos, de diferentes países do mundo, sem culpa alguma de falar mal de um ou de outro. O enochato certamente vai preferir os vinhos do velho mundo, garrafas de Bordeux, Borgonha ou mesmo os Chianti. Claro, são excelentes vinhos, mas temos a oportunidade de beber ótimos vinhos provenientes do cone sul e termos momentos de estupenda satisfação sem a necessitar identificar todos aromas e sabores oriundos deste vinhos, tais como notas herbáceas e frutas silvestres?! O enochato acaba atrapalhando, demonstrando soberba em relação aos seus pares e avinagrando a reunião.

Portanto, se vais degustar alguma garrafa, escolha sem culpa, convide alguns amigos e apenas identifique o prazer de estar em boa companhia. Saudações Boavistianas!

Sendo curto e grosso. A gente gosta de cozinhar e tenta fazer isso bem, gosta de tomar vinho e nos interessamos em estudar mais sobre isso, gostamos de tecnologia e coisas que possam tornar nossas vidas mais divertidas, como bons lugares para se conhecer ou bebidas para se tomar. Mesmo depois de todo esse “aprimoramento”, continuamos gostando dos clássicos como mulheres e carros. Gostamos do vinho com queijo, mas nunca recusaremos um espetinho com uma cerveja gelada. Conseguimos fazer um bom risoto e preparar um churrasco melhor ainda. Isso, em nossa opinião, é ser homem e moderno, ou seja, o homem moderno padrão que todos tentam retratar.

Antes de criar o blog, procuramos ver se já existia algum que poderia nos representar bem e assim, pouparia nosso trabalho. Infelizmente, não encontramos.

O nome é uma homenagem ao Buena Vista Social Club, clube de dança e atividades musicais de Havana em Cuba, local onde os músicos se encontravam e tocavam na década de 40, local com boa música, bons charutos e boas companhias.