Bebidas


1. Coloque a vodka escolhida em um pequeno copo e deixe alguns minutos até que o copo e o liquido fiquem à temperatura ambiente.

2. Primeiro, cheire a vodka. Perceba se o cheiro do álcool sobe rapidamente e queima ou faz arder seu nariz e olhos ou, se o cheiro é apenas forte, mas agradável.

3. Segundo, beba um pequeno gole e espalhe a vodka na frente da boca, depois na parte de trás da boca, antes de engolir. Sinta se a vodka queima as papilas gustativas ou somente as revigora.

4. Terceiro, respire fundo imediatamente antes de engolir e sinta como o vapor alcoólico chega à garganta. Novamente, perceba se é uma sensação de ardência ou uma queimação agradável.

5. Engula esta pequena quantidade e identifique onde você começa a sentir a bebida conforme ela desce.

6. Finalmente, beba o restante e engula. Perceba se a sensação de queimação se inicia na garganta e depois desce. Ou, se a queimação se inicia no estômago e sobe para o tórax.

7. Aprecie a pós-degustação. Há alguma sensação residual? Com algumas vodkas você pode detectar um sabor de alcaçuz ou de anis no fundo da boca. Este é um sinal de que você bebeu uma vodka destilada de grãos.

8. O paladar de cada um de nós é uma característica individual, no entanto, todos podemos distinguir uma vodka de qualidade se soubermos como avaliá-la.

Com o passar do tempo e o aprimoramento do paladar, seremos capazes de distinguir as características e qualidades da vodka para apreciá-la cada vez mais.

Para se obter o whisky são necessárias várias etapas: maltagem, moagem, maceração, fermentação, destilação e envelhecimento.

Maltagem:

A cevada é mergulhada em água fria de 48 a 60 horas. O grão estufa e na seqüência é espalhado em finas camadas por uma superfície plana. Remexe-se o cereal continuamente, homogeneizando a temperatura dos que ficam embaixo com os de cima.

Quando os brotos do malte começam a crescer, sabe-se que os níveis de açúcar contidos no cereal estão no ponto certo. Nesse momento é preciso secá-lo antes que cresça mais. Nesse estágio, o cereal é denominado de malte verde.

O cereal é secado no forno com o vapor quente originado do fogo provocado na parte inferior. A turfa é acrescentada a esse fogo, agregando um sabor defumado ao malte.

Moagem:

Para extrair a maior quantidade de substâncias fermentáveis dos cereais, os grãos são esmagados utilizando-se martelos hidráulicos ou moendas rolantes. Quanto mais fina for a farinha obtida, mais álcool se obterá.

Maceração:

A farinha é colocada em infusão na água quente, operação que libera o açúcar da cevada e forma um líquido denominado mosto. O processo é realizado em um grande destilador circular de aço inoxidável.

Nas destilarias de malte, o líquido obtido escorre pelas estreitas fendas do tonel de trituração, fazendo a separação do mosto e dos sólidos. O mosto vai para a fermentação e os sólidos são retirados e usados como ração de gado.

Fermentação:

É a fase em que se acrescenta lêvedo ao mosto, que está mantido a uma temperatura de cerca de 70ºC, em grandes recipientes de madeira ou aço inoxidável. O lêvedo começa a fermentar e a mistura libera gás carbônico e espuma.

Para que a espuma não transborde, as destilarias usam tampas e uma pá rotativa. O açúcar é transformado em álcool que, em um período de 40 a 72 horas, produz uma bebida fermentada doce, quente e turfosa, com um grau alcoólico entre 8 e 9%.

Destilação:

Através de tubos, a bebida fermentada vai para os alambiques para passar por duas destilações. O destilado, chamado de vinho baixo, possui cerca de 20% de álcool e está pronto para o segundo alambique.

O alambique de segunda destilação é menor. As várias formas de alambique determinam a composição e o sabor final do destilado. Aplica-se calor no alambique de segunda destilação e os vinhos baixos fervem, condensando e recolhendo os vapores.

Não se aproveita toda a porção destilada. Somente a parte do meio é encaminhada para o recebedor de bebidas. Nesse momento o destilado chega a ter 68% de álcool e ao final da destilação esse nível vai diminuindo. As partes voltam para a lavagem seguinte até atingirem o ponto ideal.

A bebida que resulta da segunda destilação é totalmente incolor. É acrescentada mais água pura até chegar a 63,5% de álcool. O destilado está ponto para o envelhecimento em tonéis de carvalho, onde adquirirá cor e sabor característicos.

processo de producao de whiskyEnvelhecimento:

Pelo longo tempo que o whisky fica envelhecendo nos barris, a bebida absorve o ar e perde algum volume e força. Para os escoceses, essa perda, cerca de 2% do conteúdo dos barris, representa a parte destinada ao felizardo “anjo”.

Fatores Naturais para a produção de Whisky

Os deuses da natureza colocaram cinco importantes atributos, com muito carinho, nas regiões da Escócia: água, cevada, clima, turfa e urze. E esses cinco atributos é que fazem do Scotch Whisky uma dádiva exclusiva desse país.

fatores naturais da escocia para a producao de whisky Água:

Sem água não haveria Whisky. É o único elemento não-negociável. E na Escócia existem mais de 100 mil fontes de água puríssima e límpida, todas ideais para a fabricação do whisky.

As melhores destilarias estão situadas em regiões onde a incidência de chuvas é acentuada. Os destiladores aprenderam a reverenciar a chuva. Afinal, ela é o ponto de partida para a produção do whisky.

As águas que gozam de maior prestígio na Escócia são as que se encontram na Ilha de Islay. Essas águas percorrem longas extensões de turfa pantanosa que, impregnadas desse elemento, se tornam especiais para a fabricação de whisky.

fatores naturais da escócia para a produção de whiskyCevada:

Os antigos egípcios já utilizavam a cevada na fabricação da cerveja, mas existem histórias de que esse cereal já era cultivado pelo homem entre 5 e 10 mil anos atrás.

Clima:

A Escócia tem as condições climáticas ideais para a produção de whisky. A temperatura e a umidade provenientes das chuvas colaboram para seu envelhecimento.

melhores fatores para o scotch whiskyTurfa:

Há milhões de anos, nas terras onde hoje é a Escócia, existia uma grande floresta densa. Com o tempo, as árvores, arbustos e flores dessa floresta foram se decompondo, o que fez surgir um material orgânico chamado turfa.

A turfa é inflamável e seu fogo produz poucas labaredas e muita fumaça. Utilizada no processo de secagem do malte, essa fumaça se impregna na cevada e dá um sabor característico de defumado.

Urze:

Típicas dos campos montanhosos da Escócia, as urzes, conhecidas também como Heather, são pequenos arbustos com florzinhas coloridas e perfumadas. A água da chuva escorre pelas urzes, se impregna de perfume e escorre sobre a turfa, proporcionando aromas e sabores muito especiais.

Fonte: Clã do Whisky.

 dscf9709.jpg

Olá amigos:dscf9709.jpgdscf9709.jpg

Resolvemos degustar um vinho que despertava em nosso grupo o interesse de realmente provar as sensações que seriam proporcionadas por este renomado vinho espanhol. Na oportunidade, a degustação foi feita por um total de três pessoas. Achamos por bem iniciar a degustação com um vinho, também espanhol, safra 2003, tempranillo, marca Vega Sauco para termos um parâmetro inicial e depois avaliar melhor as mudanças na percepção do anfitrião da noite. Servimos o Vega Sauco, aguardando 30 minutos de decantação antes de iniciar a degustação propriamente dita. Ao nariz percebemos notas de copota de goiaba, frutas maduras e secas, sem grande presença do àlcool. Na boca notas de mel, garapa, algo de chocolate e couro, todos bem equilibrados e distribuídos. Com o passar do tempo sentimos que a aeração começou a influir um pouco nas percepções finais. A garrafa custou R$48,00 e achamos o custo benefício bastante interessante.

Chegada a hora do anfitrião, abrimos uma garrafa do Marques de Murrieta, safra 2001, com o custo de R$ 125,00. Ao nariz e boca, sentimos as mesmas sensações do primeiro vinho, ou seja, notas de mel, compota de goiaba, frutas maduras e secas, também bem equilibrado e final levemente menos persistente que o primeiro.

Confesso que ficamos um pouco decepcionados com as impressões obtidas, principalmente pela diferença financeira e a tradição entre o primeiro e o último e concluímos que, nesta caso, o custo benefício do segundo pesou mais para o custo do que para o benefício.

Ressaltamos que esta nossa opinião não significa que o vinho seja ruim, mas que pela tradição e propaganda que o segundo possui, esperávamos algo mais interessante.

Desta feita, fica a sugestão para análise e críticas se assim acharem pertinentes.

Saudações Buenavistianas!!!!

Para ninguém nos acusar de falar só de vinho ou de cerveja, destacaremos hoje essa bebida apreciada por muitos. Conta a lenda asteca que um dia um raio atingiu um pé de agave, planta de folhas longas e duras, e queimou-lhe o centro, produzindo uma seiva leitosa e doce. A partir daquela seiva foi produzida uma bebida fermentada e de baixo teor alcoólico, o pulque, tido como um presente dos deuses entre os mexicanos. Até hoje consumido em cerimônias religiosas, o pulqueé considerado o avô da tequila.

Com a chegada dos espanhóis à região, no século XVI, ficou conhecido ali o processo de destilação, ao qual foi submetido o pulque, transformando-se no mezcal. A tequila é o mezcal produzido apenas com a espécie azul do agave (agave tequilana weber) num raio de até 160km da cidade de Guadalajara, e destilado duas vezes. O nome se deve à cidade onde no passado habitavam os índios conhecidos como tequilis. Na verdade, todos os tipos de tequila são mezcal, mas somente o mezcal produzido nas regiões demarcadas pelo governo no estado de Jalisco e com o agave azul podem ser chamados de tequila.

Aprenda a ler o rótulo e escolher a melhor bebida:

Como outros destilados, a tequila tem sutilezas que podem passar despercebidas para bebedores afoitos. Para se certificar da qualidade do produto, procure no rótulo a sigla NOM (Normas Oficiais Mexicanas), seguida de um número. Eles indicam que a destilaria segue as determinações do governo. As melhores tequilas são 100% destiladas da seiva do agave azul, o que é indicado no rótulo. O Governo admite que até 49% de outros açúcares sejam acrescidos à seiva do gave, mas em termos de sabor é um diferencial importante. Algumas marcas trazem também um número de DOT (Determinação de Origem da Tequila). As principais tequilas são dos tipos blanco (recém-produzida), joven abocado (jovem, com coloração âmbar), reposado (envelhecida em barris de carvalho) e añejo (que descansa por um ano ou mais em barris de carvalho).

Aprenda a preparar:

Margarita

Ingredientes:

- 1 dose(s) de curaçao blue
- 1 dose(s) de tequila
- quanto baste de sal
- 1 unidade(s) de limão
- quanto baste de gelo picado(s)

Modo de Preparo:

Em uma coqueteleira, coloque a tequila, o Curaçao, o gelo picado e misture muito bem (pode-se utilizar um Mix ou Liquidificador). Corte o limão e esprema-o em um pires. Pege um copo de boca larga e molhe a boca do mesmo no suco de limão e em seguida passe a boca do copo no sal. (Fica aquela bordinha branquinha de sal que realça o sabor da bebida). Após o preparo do copo sirva a bebida.

Tequila Sunrise

Ingredientes:

- 1 dose(s) de tequila ouro
- 3 dose(s) de suco de laranja
- quanto baste de xarope de groselha para decorar

Modo de Preparo:

Despeje num copo alto a dose de tequila e o suco de laranja. Misture bem e coloque o xarope de groselha a gosto.