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Olá amigos:dscf9709.jpgdscf9709.jpg

Resolvemos degustar um vinho que despertava em nosso grupo o interesse de realmente provar as sensações que seriam proporcionadas por este renomado vinho espanhol. Na oportunidade, a degustação foi feita por um total de três pessoas. Achamos por bem iniciar a degustação com um vinho, também espanhol, safra 2003, tempranillo, marca Vega Sauco para termos um parâmetro inicial e depois avaliar melhor as mudanças na percepção do anfitrião da noite. Servimos o Vega Sauco, aguardando 30 minutos de decantação antes de iniciar a degustação propriamente dita. Ao nariz percebemos notas de copota de goiaba, frutas maduras e secas, sem grande presença do àlcool. Na boca notas de mel, garapa, algo de chocolate e couro, todos bem equilibrados e distribuídos. Com o passar do tempo sentimos que a aeração começou a influir um pouco nas percepções finais. A garrafa custou R$48,00 e achamos o custo benefício bastante interessante.

Chegada a hora do anfitrião, abrimos uma garrafa do Marques de Murrieta, safra 2001, com o custo de R$ 125,00. Ao nariz e boca, sentimos as mesmas sensações do primeiro vinho, ou seja, notas de mel, compota de goiaba, frutas maduras e secas, também bem equilibrado e final levemente menos persistente que o primeiro.

Confesso que ficamos um pouco decepcionados com as impressões obtidas, principalmente pela diferença financeira e a tradição entre o primeiro e o último e concluímos que, nesta caso, o custo benefício do segundo pesou mais para o custo do que para o benefício.

Ressaltamos que esta nossa opinião não significa que o vinho seja ruim, mas que pela tradição e propaganda que o segundo possui, esperávamos algo mais interessante.

Desta feita, fica a sugestão para análise e críticas se assim acharem pertinentes.

Saudações Buenavistianas!!!!

CAMARÃO COM ABOBRINHA:

Ingredientes:
-3 abobrinhas italianas verdes
-1 k de camarão médio limpo
-6 dentes de alho
-azeite
-sal, pimenta
-salsa, manjericão
-500 gr de massa longa

Preparo:
Pique bem o alho, rale somente a casca da abobrinha no ralo grosso, pique bem a salsa e reserve.
Em uma panela rasa colque aproximadamente meia xícara de azeite e doure o alho. Junte o camarão, tempere com sal, pimenta e refogando por pouco tempo. Acrescente a abobrinha picada e desligue o fogo.
Depois do macarrão cozido al dente, junte ao camarão, acerte o sal e acrescente a salsa e o manjericão a gosto. Coloque mais azeite se necessário.

PENNE  COM  BACALHAU

Ingredientes:
-meio pimentão vermelho
-meio pimentão amarelo
-8 dentes de alho
-azeitonas pretas a gosto
-1 k de bacalhau desfiado (retirado o sal)
-aproximadamente 1 xícara de azeite
-salsa, cebolinha
-sal e pimenta
-500 gr de massa curta (na receita foi usado penne)

Preparo:
Aferventar o bacalhau em um pouco de água e azeite. Escorrer e reservar.
Pique bem o alho, os pimentões em quadradinhos, as azeitonas, a salsa/cebolinha e reserve .
Em uma panela rasa aqueça o azeite, doure o alho, refogue os pimentões e tempere com sal. Acrescente o bacalhau e refogue por aproximadamente dez minutos. Desligue o fogo  junte as azeitonas, salsa, cebolinha,pimenta .

Ao colocar o macarrão acrescente o restante do azeite, acerte o sal e a pimenta.
OBS: se gostar de cebola pode ser colocado metade de uma que deve ser picada como os pimentões e refogada antes do alho.

MOLHO PRONTO SALSARETTI COM RICOTA
Ingredientes:
-Vidro de Molho Vermelho Pronto Salsaretti com Ricota
- Azeitonas pretas picadas, champignon, alcaparras, azeite e salsa picada, tudo a gosto.
- 500 gr de massa curta (na receita foi usado penne)
Preparo:
Pegue o molho pronto de ricota  e acrescente: azeitonas pretas picadas, champignons, alcaparras, azeite, salsa picada. Se necessário sal e algumas gotinhas de adoçante para corrigir a acidez.

* Receitas da Nina.

A partir de hoje passo, com muito orgulho, a escrever sobre charutos neste blog. Prima facie a tarefa me afigura espinhosa, dado ao alcance da comunicação em rede, e a dificuldade de identificar os leitores. Leigos, curiosos e, até mesmos, especialistas no assunto poderão defrontar com os textos. Sendo assim, vou me limitar, com parcimônia, a relatos comezinhos, tornando a leitura aprazível a todos, independentemente do nível de conhecimento acerca do tema.

Nada melhor para se iniciar no prazer da degustação de um charuto, que conhecer a planta do tabaco. Com nome científico Nicotiana Tabacum, essa planta pertence à família das Solanáceas, onde também fazem parte da mesma família importantes culturas agrícolas, como o tomate, pimentão, jiló, batatinha, pimenta e muitas outras plantas. Ela pode possuir até trinta folhas e pode alcançar até três metros de altura. Para uma melhor classificação das folhas, a planta do tabaco possui três principais áreas: a parte de baixo, que chama-se “Livre Pé”, e produz folhas com sabor leve e ligeiramente aromáticas; a parte do meio, que se chama de “Centro Pé”, que produz folhas com aroma de média intensidade, bem equilibradas; e a parte de cima, que chama-se de “Corona”, onde produz folhas de sabor e aroma encorpados. Após o corte, a planta se revigora e nasce um novo caule. Por isso, dependendo da saúde da planta, pode haver até 5 cortes.

Todo charuto, em sua construção, possui três principais partes: o filler, o capote e a capa. A parte central é chamada de filler, ou enchimento, e é onde se encontram a maior parte das folhas. Ele pode ser feito com folhas picadas (Short filler) ou com folhas inteiras (Long filler), que são os charutos de boa qualidade. O enchimento é enrolado por uma folha, chamada de Capote. É ela a responsável por manter o formato arredondado do charuto. Após aproximadamente quinze dias de secagem, acrescentasse a última parte do charuto: a Capa. Para tanto, devem ser utilizadas as folhas mais perfeitas, pois é através da capa que fazemos o primeiro contato com o charuto. Como sinais de qualidade, a capa deve ter uma cor uniforme, sem borrões ou veias salientes, contudo, iremos falar mais da construção do charuto no próximo encontro. Até lá e obrigado.

Fabrício Caetano Vaz

Para ninguém nos acusar de falar só de vinho ou de cerveja, destacaremos hoje essa bebida apreciada por muitos. Conta a lenda asteca que um dia um raio atingiu um pé de agave, planta de folhas longas e duras, e queimou-lhe o centro, produzindo uma seiva leitosa e doce. A partir daquela seiva foi produzida uma bebida fermentada e de baixo teor alcoólico, o pulque, tido como um presente dos deuses entre os mexicanos. Até hoje consumido em cerimônias religiosas, o pulqueé considerado o avô da tequila.

Com a chegada dos espanhóis à região, no século XVI, ficou conhecido ali o processo de destilação, ao qual foi submetido o pulque, transformando-se no mezcal. A tequila é o mezcal produzido apenas com a espécie azul do agave (agave tequilana weber) num raio de até 160km da cidade de Guadalajara, e destilado duas vezes. O nome se deve à cidade onde no passado habitavam os índios conhecidos como tequilis. Na verdade, todos os tipos de tequila são mezcal, mas somente o mezcal produzido nas regiões demarcadas pelo governo no estado de Jalisco e com o agave azul podem ser chamados de tequila.

Aprenda a ler o rótulo e escolher a melhor bebida:

Como outros destilados, a tequila tem sutilezas que podem passar despercebidas para bebedores afoitos. Para se certificar da qualidade do produto, procure no rótulo a sigla NOM (Normas Oficiais Mexicanas), seguida de um número. Eles indicam que a destilaria segue as determinações do governo. As melhores tequilas são 100% destiladas da seiva do agave azul, o que é indicado no rótulo. O Governo admite que até 49% de outros açúcares sejam acrescidos à seiva do gave, mas em termos de sabor é um diferencial importante. Algumas marcas trazem também um número de DOT (Determinação de Origem da Tequila). As principais tequilas são dos tipos blanco (recém-produzida), joven abocado (jovem, com coloração âmbar), reposado (envelhecida em barris de carvalho) e añejo (que descansa por um ano ou mais em barris de carvalho).

Aprenda a preparar:

Margarita

Ingredientes:

- 1 dose(s) de curaçao blue
- 1 dose(s) de tequila
- quanto baste de sal
- 1 unidade(s) de limão
- quanto baste de gelo picado(s)

Modo de Preparo:

Em uma coqueteleira, coloque a tequila, o Curaçao, o gelo picado e misture muito bem (pode-se utilizar um Mix ou Liquidificador). Corte o limão e esprema-o em um pires. Pege um copo de boca larga e molhe a boca do mesmo no suco de limão e em seguida passe a boca do copo no sal. (Fica aquela bordinha branquinha de sal que realça o sabor da bebida). Após o preparo do copo sirva a bebida.

Tequila Sunrise

Ingredientes:

- 1 dose(s) de tequila ouro
- 3 dose(s) de suco de laranja
- quanto baste de xarope de groselha para decorar

Modo de Preparo:

Despeje num copo alto a dose de tequila e o suco de laranja. Misture bem e coloque o xarope de groselha a gosto.

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Olá amigos da boa mesa: 

Você pode optar por vinhos tintos, brancos e até espumantes na hora de pensar em bebidas para acompanhar uma tábua de queijos, mas para alguns enófilos os sabores se harmonizam de acordo com as seguintes combinações: 

Vinho Tinto Leve, Espumante ou Branco Seco com queijos de paladar suave, como o Fontina, Gouda, Saint Paulin, Chèvre, Gruyére e Emmental 

Vinho Tinto Suave oriundos da uva Pinot Noir, com graduação baixa de álcool com queijos de paladar menos acentuado, como o Edam, Mussarela, Reblochon 

Vinho Branco Encorpado elaborados com a uva Gewurztraminer de boa acidez com aromas frutados e de especiarias com os queijos de paladar picante ou acentuado, tais como o Feta, Prato, Reino, Parmesão, Chancliche 

Vinho Tinto Leve ou Branco Seco vinificados com a uva Chardonnay, mas sem estágio em carvalho, para queijos de paladar forte, como o Provolone, Queijo Coalho e o Prima Donna 

Vinho Branco Suave ou Tinto Leve para os queijos de mofo branco como o Brie, Camembert, Serra de Portugal, Caprice Dês Dieux  

Vinho Branco Frisante levemente adocicado como os da uva Moscato para os queijos de mofo azul, a exemplo do Gorgonzola, Roquefort, Taleggio e Castelmagno. 

Podemos observar nos exemplos acima citados que existem combinações entre queijos e vinhos que levam em conta a similaridade entre os sabores e outras o contrário, ou seja, a divergência ou o antagonismo dos mesmos. Esta é uma regra básica para buscar realçar os sabores de cada um e não permitir que um se sobreponha ao outro, o que transformaria a reunião enogastronômica em um desastre gustativo. Lembre-se, também, que para todas as regras existem as exceções. Não fique preso somente aos modelos. Ouse, crie e deixe o mundo mais feliz. 

Saudações Buenavistianas!

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Amigos da boa mesa:

Seguem sugestões de combinações de queijos, ocasiões adequadas aos mesmos, quantidades e número de pessoas servidas. Aproveitem!

Happy Hour: 

 225g de queijo Emmental

225g de queijo Roquefort

225g de queijo Brie

225g de queijo Reblocom

 Esta quantidade serve 6 pessoas. Preferencialmente, sirva acompanhado de tomates frescos com ervas e manjericão, frutas secas ou geléia de frutas e mel, se possível trufado.

Noite queijos e Vinhos: 

225g de queijo Roquefort

225g de queijo Prima Donna

225g de queijo Brie

225g de queijo Parmesão

Esta quantidade serve 6 pessoas. Apresente os queijos com espaço individualizado. O parmesão deve ser servido em lascas. Deguste os queijos na ordem apresentada, com pães frescos e de sabor neutro. 

Petiscos antes do Almoço ou do Jantar: 

225g de queijo Provolone

225g de queijo Cheddar

225g de queijo Mussarela

225g de queijo Estepe 

Esta quantidade serve 6 pessoas. Corte os queijos em cubos médios e sirva acompanhado de pães neutros, frutas frescas e castanhas. Não sirva mais de quatro acompanhamentos. 

Piemontesa para dias Frios: 

225g de queijo Taleggio

225g de queijo Gorgonzola

225g de queijo Fontina

225g de queijo Castelmagno

 Esta quantidade serve para 6 pessoas. Cortes os queijos de acordo com o seu formato e sirva em placas retangulares de mármore ou granito, com superfícies lisas e não porosas. Biscoitos como grissini e massinhas assadas como foccacia e crostini são ótimos acompanhamentos para estes queijos, típicos da região de Piemonte, na Itália. 

Por hoje é só. Saudações Buenavistianas!  

 Olá amigos!

Aquela tradicional cerveja gelada pode se tornar ainda mais agradável quando acompanhada de um bom prato, além de um bom papo.

Postamos algumas regrinhas para uma boa harmonização entre comida e cerveja.

10 Dicas de Como Harmonizar Cerveja com Gastronomia

Cervejas são versáteis e diversas em estilo, sabor, aroma, corpo, cor, amargor, acides, teor alcoólico, entre outras características. Essa diversidade nos permite ter grandes experiências tanto complementando quanto contrastando com os sabores da comida. A cerveja certa melhora o sabor do seu prato.

1 - Pratos leves, cervejas leves: procure equilibrar o nível de complexidade, peso e intensidade do prato com o da cerveja. Pratos de sabor leve e suave devem combinar com cervejas também leves. Cervejas encorpadas tendem a “apagar” e se sobressair sobre o sabor de pratos leves. Pratos de sabor forte devem ser armonizados com cervejas encorpadas e de sabor intenso. Por exemplo, camarão combina com Weizenbier ou Kölsch (cervejas suaves, de baixo amargor). Feijoada combina com Dunkel (sabores fortes tostados, caramelizados).

2 - Combine sabores semelhantes: procure unir doce ao doce e ácido ao ácido. Harmonize uma ácida Gueze belga com um Ceviche (peixe marinado no limão). Pato com molhos adocicados (de frutas, etc) combina bem com Doppelbock e Cream Stouts (doces).

3 - De vez em quando ignore as dicas anteriores e faça novas experiências. Teste o contraste de sabores (Stout com ostras), assim como novas formas de complementação. Você vai se surpreender com o que pode descobrir.

4 - Se você é conhecedor de vinhos, pense em uma Ale como um vinho tinto e em uma Lager como um vinho branco. Pense em cervejas de alto amargor como vinhos bem ácidos ou com bastante taninos.

5 - Gosto é subjetivo. Cada pessoa percebe sabores e aromas de uma forma muito particular. Não fique restrito a regras. Se estiver bom pra você, relaxe e aproveite. Mas esteja sempre aberto a sugestões.

6 - Em um “Beer Dinner” (jantar com cerveja), procure servir as cervejas e pratos mais leves primeiro, crescendo em peso e intensidade no decorrer da refeição, para que as mais encorpadas não façam com que as leves pareçam “aguadas”. O mesmo vale para cervejas secas (amargas) e doces. Comece pelas secas.

7 - Carbonatação: o CO2 presente na cerveja tem a capacidade de limpar os sabores fortes e gordurosos da comida e deixar sua boca pronta para a próxima garfada, como se cada uma fosse a primeira. Prove uma Dunkel com uma costela ou feijoada e verá o resultado. O CO2 refresca o paladar e concentra os aromas da cerveja, fazendo-os chegar ao seu nariz.

8 - Amargor: o amargor estimula o apetite e é o contrapeso para o açúcar residual deixado pelo malte. Com uma função parecida com a da carbonatação, o amargor tem a capacidade de limpar o paladar, cortando a gordura e os sabores de pratos pesados. Prefira pratos apimentados com cervejas de alto amargor, como as IPA (India pale Ale).

9 - Cervejas doces e sabores torrados: cervejas com bastante açúcar residual (Bock, Weizenbock, Barley Wine, Cream Stout) combinam com pratos com molhos adocicados e molhos agridoces, presentes na comida chinesa, por exemplo. Cervejas feitas com malte torrado apresentam sabores de torrefação, parecidos com o de um café expresso (Schwarzbier, Dunkel, Stout). Esses sabores combinam perfeitamente com comidas grelhadas e com sobremesas de chocolate.

10 - Cerveja com sobremesa: a cerveja certa pode combinar maravilhosamente bem com sobremesas. Imperial Stouts (açúcar residual, malte torrado), combina bem com chocolates meio amargos. Kriek belga (cerveja feita com cereja, frutada) combina bem com sorvete de baunilha ou com cheesecake.

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Amigos da boa mesa:

Vamos iniciar a publicação de algumas matérias sobre a combinação entre queijos e vinhos para tentar facilitar a vida na hora da montagem de uma tábua de queijos. Simplesmente reunir os queijos de sua preferência em uma mesma tábua não é  a melhor opção. Alguns critérios orientam a escolha e a apresentação. Inicialmente deve-se levar em conta a temperatura, a estação do ano e a finalidade de cada tábua: se servirá para um pestisco antes das refeições ou uma happy hour. Um coquetel pode ter queijos mais gordos. Já um aperetivo antes do almoço ou do jantar pede sabores mais leves.

Quantidade: Calcule cerca de 150 gramas de queijo por pessoa. Se você for oferecer outros aperitivos ou acompanhamentos, pode diminuir a quantidade.

Variedade: Não é necessário agradar a todos os paladares, mas para crianças sirva os tipos mais suaves. Em uma reunião com poucos convidados, quatro opções de queijo são suficientes. Para um grupo de 20 a 30 pessoas, coloque à mesa até seis tipos. A tábua para uma noite de queijos e vinhos deve ser composta de uma gradação de sabores, dos mais fortes aos mais suaves.

Corte: Se os queijos são partidos muito antes de ir a mesa, podem perder a consistência, a temperatura e as condições ideais de consumo. Em uma grande festa, isso é aceitável, já que não seria possível cada pessoa talhar o próprio pedaço. Em reuniões menores, para orientar os convidados, coloque ao lado de cada opção de queijo entre duas a três porções, como referência. O ideal é que cada produto seja partido com uma faca própria para que o sabor e o aroma de um não interfira nas características do outro. Não use faca de serra, que danifica a textura e corte cada produto seguindo o formato original em que foi comprado, começando pelo meio, até atingir o tamanho desejado.

Apresentação: Arranje os queijos numa única tábua ou suporte individuais de maneira que possam ser identificados. O melhor é que não fiquem em contato uns com os outros para evitar as misturas de sabores. Não monte uma tábua muito grande. O melhor é distribuir queijos por semelhança: queijos suaves de massa macia (estepe, esférico, gouda, edam, saint paulin); de mofo branco (camenbert ou brie); de olhaduras (furos) do tipo suiço (gruyere, emmental ou maasdamer); de massa filada (provolone ou mussarela); duros, de sabor mais picante (parmesão, reino) e de mofo azul (gorgonzola, roquefort).

Acompanhamento:  Pães neutros do tipo baguete, italiano, preto ou de centeio, que não interferem no sabor dos queijos, são ótimos acompanhamentos. Evite os enriquecidos com frutas secas, alho, linguiça, gergelim ou nozes. As torradas, em geral, vão muito bem com queijos cremosos. Frutas secas e também as frescas, de preferências as da estação, são boas opções. Figo, pera, uva, maça e cereja são as que mais combinam com queijos. Evite as frutas ácidas, como abacaxi ou adocicados como banana.

Degustação: Para melhor apreciar o sabor de cada queijo, oriente seus convidados a começarem pelos tipos de sabor mais suave e deixar os de paladar mais intenso para o final.

Por hoje é só. Saudações Buenavistianas!

 Olá amigos!

Você pensa que “tomar uma gelada” é simples? Como o vinho, a cerveja merece cuidados quanto à guarda e ao serviço. Abaixo algumas dicas. 
Os dez mandamentos da cerveja

1 - As cervejas do tipo pilsen saem prontas da cervejaria. Portanto, não precisam de envelhecimento. Quanto mais cedo consumí-las melhor. Essas cervejas duram em média 90 dias.

2 - Toda cerveja deve ser guardada em pé, em lugar fresco e sem sol, para evitar oxidação prematura.

3 - Depois de gelada a cerveja deve ser consumida. Nunca descongelar e voltar à geladeira.

4 - A cerveja deve resfriar na geladeira sem pressa. Não a coloque no freezer, pois a violência do congelamento prejudica a bebida.

5 - A temperatura ideal para beber as do tipo pilsen é entre 4 e 6 graus. As temperaturas muito baixas prejudicam a formação de espuma e amortece as papilas degustativas.

6 - Copos e canecas de cristal são os ideais, pois mantém melhor a espuma e a temperatura.

7 - Resíduos de gordura no copo são fatais para a bebida, acabando com o colarinho e liberando o gás carbônico, o que deixa o líquido choco.

8 - Dois dedos de espuma são o ideal para reter o aroma e evitar a liberação de gás carbônico.

9 - A espuma revela a persistência e o bom estado da cerveja. Para aproveitá-la melhor, sirva derramando uma dose. Depois, espere baixar o colarinho. Em seguida, incline o copo até uns 45 graus, despejando o líquido devagar enquanto o colarinho sobe.

10 - Uma boa cerveja faz bem à saúde. É rica em vitaminas, carboidratos, proteínas e aminoácidos. Mas lembre-se, beba sempre com moderação.

 

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Amigos da boa mesa:

Esta receita é de fácil elaboração e serve muito bem como antespasto. Vamos aos ingredientes:

1 manta de mussarela de Búfala

1 pote de patê de presuto Sadia

1 lata de palmito picado

200g de tomate seco

1 maço de rúcula picada

Modo de Preparo:

A manta de mussarela de búfala vem com um plástico. Recomenda-se deixá-lo só para ajudar a enrolar o rocambole. Em seguida, retire-o.

Coloque sobre a manta o patê, a rúcula picada, o tomate seco e o palmito. Enrole e coloque em uma bandeija decorada. leve à geladeira por uma hora.

Para servir, fatiar em pequenos discos de aproximadamente 2 cm, acompanhado de pão sírio e uma boa taça de vinho.

Saudações Buenavistianas!

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